Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,20 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,33 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,88 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,85 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,07 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,61 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,67 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,62 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 156,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,02 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,77 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,35 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,34 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.512,00 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.380,03 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 162,17 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 136,40 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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OMS classifica amostras do vírus da gripe aviária

Laboratórios podem produzir vacinas a partir de informações da organização.

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Redação AI 22/02/2005 – A Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou nota informando que sua rede de vigilância para Influenza Aviária já classificou amostras de vírus H5N1 isoladas de homens e animais de diversos países asiáticos afetados pelo surto de 2004/2005. A OMS também definiu as características virais antigênicas e genéticas desejáveis na produção de vacinas para o controle da doença em aves.

Os centros de colaboração e laboratórios de referência da OMS desenvolveram cepas vacinais recombinantes que atendem às exigências das principais agências nacionais e internacionais de licenciamento e controle da produção de vacinas contra a Influenza. Conforme a Organização, os protótipos já foram disponibilizados para um grande número de instituições e laboratórios que estão produzindo diferentes vacinas para testes clínicos.

Como os experimentos objetivando as novas vacinas envolvem alterações nos genes do vírus H5N1, em alguns países elas poderão ser consideradas organismos geneticamente modificados (OGM), e assim a futura cultura do vírus necessitará de aprovação legal. Por outro lado, como as cepas vacinais em pesquisa derivam do vírus H5N1 coletados de seres humanos, alguns países estarão sujeitos à obtenção de licença das respectivas autoridades para a importação do vírus vacinal.

Conforme o site voltado para o setor avícola Aviste, laboratórios produtores de vacinas que queiram receber as cepas-protótipo devem contatar o Programa Global de Influenza da OMS.

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