Suinocultores de MT querem normatização sanitária.
Controle de doenças
Redação SI 20/09/2005 – Os produtores aproveitaram o encontro de ontem, no Indea, para discutir o texto da Lei de Desenvolvimento da Suinocultura, que trata de forma abrangente a normatização sanitária da cadeia da suinocultura do Estado. O projeto de lei, que se encontra em trâmite no Poder Executivo desde agosto, prevê a criação de mecanismos específicos para garantir a biosseguridade do rebanho. Uma das recomendações será normatizar o funcionamento das granjas, estabelecendo uma distância mínima entre elas.
“Precisamos estabelecer regras que propiciam o melhor desenvolvimento da suinocultura dentro dos padrões recomendados”, diz o coordenador de Controle de Doenças dos Animais do Indea, Irineu Barbieri.
Segundo a responsável pelo Programa de Sanidade de Aves e Suínos da Superintendência do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento em Mato Grosso (Mapa), Maristela Brito Vicente Corrêa, com a lei da biosseguridade as granjas serão construídas dentro de uma norma que irá disciplinar a atividade.
Leia também no Agrimídia:
- •Alibem exporta carne suína para mais de 40 países e comercializa 160 mil toneladas por ano
- •Perfil do consumidor brasileiro muda em 2026 e exige novas estratégias do varejo
- •Europa conscientiza população e produtores: workshops gratuitos para prevenção da Peste Suína Africana
- •Vendas de carne nos EUA atingem recorde histórico de US$ 112 bilhões impulsionadas pelas gerações Millennials e Z
Ela informou que a Superintendência Regional do Mapa vem procurando fazer o controle das granjas que comercializam reprodutores, bem como o acompanhamento por meio de monitoramento e certificação dos animais mediante a Guia de Transporte de Animais (GTA).
Já em relação aos animais para cria, recria e engorda, é exigido o atestado sanitário da propriedade, que deve comprovar a não ocorrência da raiva suína por um período mínimo de 12 anos.(MM)





















