Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 69,98 / kg
Soja - Indicador PRR$ 121,52 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 128,66 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,19 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,93 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,76 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,65 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,51 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,74 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 166,50 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 174,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 184,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 195,54 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 159,02 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 177,57 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,07 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,11 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.185,88 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.095,20 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 185,49 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 166,62 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 150,92 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 167,05 / cx

Protegendo Santa Catarina

Gerentes regionais da Cidasc estiveram reunidos por dois dias em Concórdia (SC) para avaliar a operação que está sendo realizada nas fronteiras para proteger o Estado da Febre Aftosa.

Compartilhar essa notícia

Redação SI 03/11/2005 – Diversas realizações que foram discutidas neste encontro irão, a partir de agora, ser tomadas nas fronteiras do Estado. Tanto do lado paranaense quando do Rio Grande do Sul e também na fronteira com a Argentina. Para o secretário regional do Alto Uruguai Catarinense, Idair Piccinin, as ações serão inda mais intensificadas. “Vamos redobrar, com certeza todo o cuidado é pouco para que a doença não chegue ao Estado. O Governo do Estado está preocupado com a situação e não irá permitir que nada aconteça”, destacou Piccinin.

Wilmar Carelli, presidente da Cidasc, também reforçou todo o apoio do órgão. “Nossos técnicos estão trabalhando 24h ininterruptamente como sempre aconteceu”, destacou. Ele também afirma que há mais de 500 pessoas envolvidas no trabalho, mas barreiras fixas e móveis, tanto nas fronteiras, como em todo o Estado monitorando a entrada de produtos vindos de outras regiões. “Contamos neste momento com todas as barreiras reforçadas com a participação de um veterinário e de alguns técnicos tanto do Paraná e do RS que vieram nos ajudar, além da participação de pessoas que foram contratadas pelas agroindustriais e inclusive a parceria da Policia Militar”, destacou o presidente da Cidasc.

O diretor técnico da Cidasc, Gécio Humberto Meller, disse que seria um retrocesso voltar a vacinar o rebanho catarinense. “Nós não vacinamos, porque o Estado não tem atividade viral no campo”, comentou. Se caso a doença entrar em SC, Meller e Carelli destacaram que seria uma catástrofe. “Estamos com as equipes de emergência preparadas e usaremos o rifle sanitário e sacrificaremos todos os animais que tiverem a doença”, disse Gécio Meller. “Estamos confiantes que a doença não entrará no Estado. Estivemos por dois dias discutindo as ações para que a doença não entre em SC, não iremos medir esforços”, ratificou Meller.

As rodovias que cortam o Estado vizinho Paraná estão com a fiscalização redobrada, várias barreiras foram montadas nesta região. Para o diretor técnico, Gécio Meller, Santa Catarina está preocupada com a situação no país, em especial os vizinhos paranaenses. Para ele, se a doença entrar no Estado será uma “catástrofe”.

Vacinação – Exames compravam a sanidade do rebanho catarinense. Mesmo com o plantel do Estado não vacinado, a febre aftosa não chegou a SC. Todo o cuidado está sendo feito pelos técnicos. O secretário da Agricultura, Moacir Sopelsa, reitera que o Estado não irá aderir à campanha de vacinação do Ministério da Agricultura. “Nós há seis anos erradicamos a doença em SC. Há 12 nós iniciamos este trabalho que o país irá iniciar agora de vacinar todo o rebanho e erradicar a doença. Iremos continuar fazendo este trabalho, não vejo necessidade de vacinar o rebanho catarinense porque não temos a doença no Estado”, comentou o secretário Moacir Sopelsa.

Para o secretário, o problema não é a vacina e sim a doença que pode chegar ao Estado. “Nós estamos fiscalizando produtos, sobprodutos animais ou qualquer espécie que possa oferecer risco a SC, o difícil é flexibilizar a entrada sem ter certeza do que pode causar riscos para o Estado”, ressalta.

Sopelsa avalia como positiva a atuação das barreiras e de todas as medidas tomadas para proteger o Estado até agora. Destaca também o envolvimento de todos, inclusive da comunidade em denunciar irregularidades, mas principalmente a presteza dos técnicos para não permitir que a doença entre no Estado.

O Secretário ressalta o empenho da Associação Catarinense de Criadores de Suínos, ACCS, para que São Paulo volte a receber suínos vivo de Santa Catarina. Segundo o presidente da ACCS, Wolmir de Souza, são em torno de 10 mil suínos que deixam de ir mensalmente para fora, ficando no Estado e causando super oferta.

Sopelsa lembra que ainda não há uma determinação sobre este assunto, pela incerteza dos focos no Paraná, “mas eles sabem que somos um estado livre e reconhecem isso, mas até que não haja uma certeza no Paraná, eles estão segurando a entrada de produtos”, esclarece.

Sobre a Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul, Farsul, acionar Santa Catarina na Justiça, obrigando a vacinar o rebanho, Sopelsa destaca que se alguém tem que cobrar a vacinação no Estado, é o Ministério da Agricultura e Política Agrícola. “Mas mesmo assim, o Estado vai buscar todos os direitos que existe para manter sem vacinação e protegendo o rebanho do jeito que está acontecendo”, finaliza.

 


 

Assuntos Relacionados
ACCSsaúde animal
Mais lidas
Cotação
Fonte CEPEA
  • Milho - Indicador
    Campinas (SP)
    R$ 69,98
    kg
  • Soja - Indicador
    PR
    R$ 121,52
    kg
  • Soja - Indicador
    Porto de Paranaguá (PR)
    R$ 128,66
    kg
  • Suíno Carcaça - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 10,19
    kg
  • Suíno - Estadual
    SP
    R$ 6,93
    kg
  • Suíno - Estadual
    MG
    R$ 6,76
    kg
  • Suíno - Estadual
    PR
    R$ 6,65
    kg
  • Suíno - Estadual
    SC
    R$ 6,51
    kg
  • Suíno - Estadual
    RS
    R$ 6,74
    kg
  • Ovo Branco - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 166,50
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Branco
    R$ 174,15
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 184,38
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 195,54
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 159,02
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 177,57
    cx
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 7,07
    kg
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 7,11
    kg
  • Trigo Atacado - Regional
    PR
    R$ 1.185,88
    t
  • Trigo Atacado - Regional
    RS
    R$ 1.095,20
    t
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 185,49
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Santa Maria do Jetibá (ES)
    R$ 166,62
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Recife (PE)
    R$ 150,92
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Recife (PE)
    R$ 167,05
    cx

Relacionados

SUINOCULTURA 328
Anuário AI – Edição 1342
Anuário SI – Edição 327
SI – Edição 326
AI – 1341