Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 70,23 / kg
Soja - Indicador PRR$ 121,22 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 128,21 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,21 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,76 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,69 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,51 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,74 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 178,33 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 186,47 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 201,13 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 210,75 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 168,74 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 195,04 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,06 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,10 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.203,09 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.085,53 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 201,03 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 178,26 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 158,13 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 170,55 / cx

Bastam US$ 10 milhões/ano para derrotar aftosa

Os pontos críticos da febre aftosa no continente, segundo os técnicos, estão localizados na região do Chaco (áreas da Argentina, Bolívia e Paraguai), nas fronteiras do Brasil com o norte da Bolívia e o nordeste do Paraguai, na Venezuela e no Equador.

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Redação SI (09/05/06)- Não é preciso muito. Bastam US$ 10 milhões/ano investidos em projetos direcionados aos pontos quentes da febre aftosa na América do Sul, para erradicar de vez a doença do continente no prazo de cinco anos.

O diagnóstico é de Sebastião Guedes, presidente do Grupo Interamericano para Erradicação da Febre Aftosa (Giefa), parceria entre órgãos públicos e a iniciativa privada, criado em Houston (EUA) há dois anos e que já conta com a participação de 11 países da América do Sul.

Guedes apresentou as estratégias do Giefa durante o Seminário Interamericano de Saúde Pública e Veterinária, encerrado no dia 28 de abril no Centro de Eventos da Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), em Uberaba (MG).

Os recursos o Giefa deverão vir de um fundo financiado pelos exportadores de carne (US$ 5 por tonelada de carne exportada). Os frigoríficos estão avaliando a nossa proposta e devem responder até o final da próxima semana, informou Guedes. Segundo ele, a Argentina, a Bolívia e o Paraguai também já estão avaliando a formação deste fundo.

O dinheiro, cerca de US$ 10 milhões/ano, será gasto em ações práticas nas áreas críticas visando: 1- Formar um bom cadastro das fazendas localizadas nos ninhos do vírus; 2- Apoiar a cobertura vacinal do rebanho; 3- Fiscalizar a vacinação; 4- Realizar levantamentos sorológicos.

Segundo Guedes, hoje o governo e a iniciativa privada gastam juntos quase US$ 500 milhões/ano no combate à doença. Com muito menos do que isso, podemos acabar de vez com esta doença medieval, que a cada novo foco causa sérios prejuízos aos países da América do Sul, disse o presidente do Giefa.

O coordenador do Giefa lembrou que os países da América do Sul têm hoje um rebanho de 320 milhões de cabeças a pasto, um regime saudável de criação. Temos um grande potencial como exportadores de carne produzida de forma natural, ao gosto dos consumidores de todo o mundo, disse Guedes.

Erradicar a febre aftosa, segundo ele, é uma tarefa de toda a cadeia produtiva da carne bovina, incluindo os pecuaristas e os frigoríficos. Quem tem boi e vaca não é o governo, disse.

Ao final do seminário, foi divulgada uma carta de intenções do Giefa, que recomenda parcerias estruturadas entre os governos e as organizações do setor produtivo para executar ações de mútuo benefício para a saúde humana e animal com respeito as zoonoses.

O próximo Seminário Interamericano de Saúde Pública e Veterinária já tem data marcada. Será nos dias 27 e 28 de abril de 2007, quando vamos avaliar os trabalhos desenvolvidos pelos Giefa, anunciou Orestes Prata Tibery Júnior, presidente da ABCZ.

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