Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 66,45 / kg
Soja - Indicador PRR$ 120,17 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 125,93 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 8,81 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 5,56 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 5,67 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 5,27 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 5,18 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 5,42 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 156,60 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 156,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 174,22 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 178,89 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 148,58 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 167,80 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,34 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,36 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.339,61 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.227,34 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 180,12 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 152,10 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 165,67 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 179,88 / cx
Saúde Animal

Leia na SI: PAN-BR AGRO – Ofensiva nacional contra a resistência antimicrobiana 

Com foco na harmonização de políticas públicas e parcerias estratégicas, a 2ª Etapa do PAN-BR AGRO intensifica a luta contra a resistência antimicrobiana no segundo quinquênio de 2023-2027, mantendo o conceito de Saúde Única como guia

Compartilhar essa notícia
Leia na SI: PAN-BR AGRO – Ofensiva nacional contra a resistência antimicrobiana 

No mundo invisível aos nossos olhos, os microrganismos travam intensas batalhas. Bactérias, vírus e parasitas, que antes eram controlados pela ação medicamentosa, agora se mostram grandes adversários, desafiando a eficácia dos tratamentos e demonstrando maior resistência. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a capacidade desses microrganismos se adaptarem quando expostos a antimicrobianos, tornando esses medicamentos menos eficazes, denomina-se resistência antimicrobiana (AMR, do inglês Antimicrobial Resistance). 

De acordo com os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (Centers for Disease Control and Prevention – CDC) dos Estados Unidos, ocorrem mais de 2,8 milhões de infecções resistentes a antibióticos no país a cada ano, resultando em mais de 35 mil mortes. Na União Europeia, a AMR é responsável por cerca de 33 mil mortes anuais, com custo estimado de 1,5 bilhão de euros em despesas com saúde e perda de produtividade. O cenário reflete o impacto da resistência antimicrobiana como problema de saúde pública global, sendo abordada pela OMS como uma questão central em sua estratégia de “Saúde Única”, a qual considera a interdependência entre a saúde de seres humanos, animais e meio ambiente.

A disseminação da resistência antimicrobiana é multifatorial incluindo o uso inadequado de antimicrobianos em humanos e animais, a automedicação, o descarte inadequado de medicamentos e o uso excessivo de antimicrobianos na produção. Ao longo dos últimos anos, esse tema vem ganhando destaque também na agenda nacional, culminando no Plano de Ação Nacional para Prevenção e Controle da Resistência aos Antimicrobianos no Âmbito da Saúde Única – PAN-BR.

PAN-BR AGRO: uma rota de esperança

O PAN-BR AGRO, ou Plano de Ação Nacional de Prevenção e Controle da Resistência aos Antimicrobianos no âmbito da Agropecuária, foi desenvolvido como parte do PAN-BR, buscando construir uma resposta coordenada para enfrentar a resistência antimicrobiana no Brasil. A primeira etapa, que ocorreu entre 2018 e 2022, mostrou-se promissora, alcançando avanços significativos.

“Para saber as perspectivas futuras, é necessário conhecer a situação atual”, afirma a auditora fiscal federal agropecuária Mirela Janice Eidt. “Por isso, um dos principais avanços obtidos durante a 1ª Etapa do PAN-BR AGRO foi a elaboração e a implementação do Programa de Vigilância e Monitoramento da Resistência aos Antimicrobianos no âmbito da agropecuária, para que tenhamos um diagnóstico situacional que defina as estratégias a serem adotadas e a tomada de decisão Mirela destaca que o Programa representou um marco ao fornecer dados cruciais sobre a resistência antimicrobiana em alimentos de origem animal, subsidiando o desenvolvimento de políticas e ações de prevenção.

Dentre as ações da primeira etapa, Mirela enfatiza a relevância dos Guias de Uso Racional de Antimicrobianos para Cães e Gatos, e para a Avicultura de Postura. “Esses guias capacitaram profissionais e produtores para a aplicação mais consciente e responsável desses medicamentos”. Além disso, destaca as parcerias com instituições públicas e privadas, a participação em eventos nacionais e internacionais, e a promoção de ações durante a Semana Mundial de Conscientização sobre o Uso de Antimicrobianos.

A 2ª Etapa do PAN-BR AGRO (2º quinquênio de 2023-2027) buscará continuar harmonizando as políticas públicas nacionais com as recomendações e exigências internacionais sobre resistência antimicrobiana, promovendo o fortalecimento das relações institucionais com os principais atores públicos e privados, sempre considerando o conceito de Saúde Única.

“A conscientização é essencial”, ressalta Mirela, “por isso a segunda etapa concentrará esforços em estratégias de comunicação e educação em saúde, visando aumentar a conscientização sobre a resistência antimicrobiana entre profissionais de saúde, gestores na área, setor regulado e sociedade em geral”. Ela destaca ainda que a formação e a capacitação de profissionais e gestores na área de saúde animal serão aprimoradas para proporcionar uma prestação de assistência técnica mais qualificada, beneficiando os produtores brasileiros com o acesso a profissionais mais capacitados.

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) fomentará a adoção de boas práticas agropecuárias para reduzir a necessidade do uso de antimicrobianos, enquanto o conhecimento científico sobre resistência antimicrobiana será fortalecido e ampliado por meio de vigilância e pesquisa. As principais ações específicas da 2ª Etapa do PAN-BR AGRO estão alinhadas a cinco objetivos estratégicos, refletindo o compromisso em enfrentar o desafio da resistência antimicrobiana e garantir a saúde humana, animal e a sustentabilidade do sistema de saúde global.

Assuntos Relacionados
boletimSIsaúde animalsuinoculturasuinos
Mais lidas
Cotação
Fonte CEPEA
  • Milho - Indicador
    Campinas (SP)
    R$ 66,45
    kg
  • Soja - Indicador
    PR
    R$ 120,17
    kg
  • Soja - Indicador
    Porto de Paranaguá (PR)
    R$ 125,93
    kg
  • Suíno Carcaça - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 8,81
    kg
  • Suíno - Estadual
    SP
    R$ 5,56
    kg
  • Suíno - Estadual
    MG
    R$ 5,67
    kg
  • Suíno - Estadual
    PR
    R$ 5,27
    kg
  • Suíno - Estadual
    SC
    R$ 5,18
    kg
  • Suíno - Estadual
    RS
    R$ 5,42
    kg
  • Ovo Branco - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 156,60
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Branco
    R$ 156,52
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 174,22
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 178,89
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 148,58
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 167,80
    cx
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 7,34
    kg
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 7,36
    kg
  • Trigo Atacado - Regional
    PR
    R$ 1.339,61
    t
  • Trigo Atacado - Regional
    RS
    R$ 1.227,34
    t
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 180,12
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Santa Maria do Jetibá (ES)
    R$ 152,10
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Recife (PE)
    R$ 165,67
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Recife (PE)
    R$ 179,88
    cx

Relacionados

AI – 1343
SUINOCULTURA 328
Anuário AI – Edição 1342
Anuário SI – Edição 327
SI – Edição 326