Com seu portfólio de portas automáticas, a Frigo-Door, empresa garante lucros apesar da incerteza do mercado.
Rayflex tem resultados positivos
A retração da economia nos últimos doze meses e a queda nas exportações de carnes bovinas e de frangos não impediram os frigoríficos de investir em infraestrutura. Os fornecedores que desenvolveram produtos adequados e até sob medida para as necessidades do setor de carnes colheram frutos, mesmo com a crise financeira global em andamento. A Rayflex está entre as empresas que se encaixam nesse quadro.
Ao introduzir em seu portfólio de portas automáticas, a Frigo-Door, a Rayflex manteve seu crescimento nas vendas nos períodos mais difíceis da crise.
Responsável 30% das vendas da empresa nos últimos meses, a Frigo-Door foi desenvolvida para garantir que as câmaras frigoríficas não fiquem abertas por muito tempo durante as operações de armazenagem. A tecnologia utilizada em sua fabricação garante total estanqueidade quando fechada e, com a circulação de funcionários, seu sistema não permite que fique aberta sem necessidade, mesmo em caso de distração dos operadores, o que é bastante comum.
Leia também no Agrimídia:
- •Sem luz na infância, hoje à frente de um império de R$ 2,4 bilhões: a mulher que comanda gigante da carne suína em Santa Catarina
- •Fórum Estadual de Influenza Aviária reúne setor avícola para discutir prevenção e biosseguridade no RS
- •Conflito no Oriente Médio pressiona custos e ameaça rotas do comércio global de frango
- •Peste Suína Africana avança na Catalunha e acende alerta sanitário em Barcelona
O resultado para os frigoríficos e armazéns vem em forma de economia de energia e garantia de maior segurança alimentar dos produtos armazenados. Fatores como esses motivaram o investimento dos frigoríficos e armazéns na solução que veio, inclusive, ao encontro das metas de sustentabilidade, um objetivo cada vez mais valorizado pelas empresas.





















