Crescimento da demanda chinesa alavancou preço futuro da soja. Cotação do milho foi impulsionada pela confirmação da redução dos estoques mundiais.
Preços firmes
O reaquecimento da demanda chinesa ajudou a impulsionar as cotações da soja na sexta-feira na bolsa de Chicago, ainda que a tendência de crescimento da oferta mundial nesta safra 2009/10, confirmada na semana passada em relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), permaneça como um fator de pressão. Os contratos com vencimento em março, que haviam recuado na quinta-feira, encerraram o pregão negociados a US$ 10,43 por bushel, ganho de 7,25 centavos de dólar. O clima no Meio-Oeste americano também ajudou a oferecer suporte ao mercado. Em Rondonópolis (MT), a saca de 60 quilos do grão saiu por R$ 38,80, segundo levantamento do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea).
As cotações do milho voltaram a subir na sexta-feira na bolsa de Chicago, pela segunda sessão consecutiva. Depois do efeito positivo sobre os preços provocado pela confirmação, por parte do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), da redução dos estoques globais na safra 2009/10, a nova sustentação veio da expectativa de que a neve que cai em regiões produtoras do Meio-Oeste americano prejudique a produtividade das lavouras que ainda estão sendo colhidas. Os contratos com vencimento em março fecharam a US$ 4,0450 por bushel, em alta de 11,50 centavos de dólar. No Paraná, a saca de 60 quilos do grão foi negociada, em média, por R$ 15,04, segundo o Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria da Agricultura. Houve baixa de 0,4% sobre quinta-feira.
Leia também no Agrimídia:
- •Roberto Cano de Arruda é homenageado em Itu e reforça legado na suinocultura paulista
- •Diálogo entre setor público e privado impulsiona cadeias produtivas de suínos, aves e peixes em MS
- •Sanidade e Agropecuária: Reino Unido intensifica combate à importação ilegal de carne e reforça medidas de biossegurança
- •Avicultura e Exportação: influenza aviária redefine comércio global de frango nos EUA sem colapso dos mercados





















