Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,52 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,43 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,12 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,53 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 157,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,69 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,69 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.462,05 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.361,39 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,58 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 163,44 / cx
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Mercado

Brasil ultrapassa Canadá e se torna o 3º maior exportador mundial de carne suína em 2025

Com 1,49 milhão de toneladas, Brasil ultrapassa Canadá e se projeta como o 3º maior exportador de carne suína em 2025

Preços do suíno seguem em queda na Grã-Bretanha e atingem menor nível desde 2022

O Brasil consolidou sua posição como potência global no fornecimento de alimentos e deve fechar 2025 como o terceiro maior exportador de carne suína do mundo, ultrapassando o Canadá. A projeção é da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), que estima um volume total de 1,49 milhão de toneladas exportadas pelo Brasil neste ano (+10%), enquanto as expectativas canadenses foram revisadas para baixo, ficando entre 1,3 e 1,35 milhão de toneladas.

Segundo Ricardo Santin, presidente da ABPA, o sucesso brasileiro ocorre mesmo com a redução de 30% nas compras da China. A estratégia foi a diversificação agressiva de mercados: as Filipinas assumiram a liderança como principal destino, somadas ao crescimento no Japão (+25%), Vietnã (+24%) e México. O cenário global também favoreceu o Brasil: os EUA reduziram exportações para focar no consumo interno, enquanto a Europa sofre com surtos de Peste Suína Africana (PSA), que afetaram a produção na Espanha e em outros países.

No mercado doméstico, a competitividade foi garantida por safras robustas de grãos e custos de produção estáveis, permitindo margens mais confortáveis aos produtores. Com a oferta interna devendo atingir 4,06 milhões de toneladas, a ABPA projeta que o consumo per capita do brasileiro cresça para 19 kg ao ano. Esse equilíbrio entre exportação forte e abastecimento interno robusto é sustentado por um câmbio favorável e pela eficiência das granjas.

Olhando para o futuro, a entidade mantém o otimismo e projeta que a produção nacional deve saltar de 5,55 milhões de toneladas este ano para 5,7 milhões em 2026 (+2,7%). Um trunfo estratégico no radar é a possibilidade de novas aprovações sanitárias da China, especificamente para a exportação de miúdos suínos. A abertura desse segmento no gigante asiático, somada à previsibilidade nos preços do milho e da soja, oferece a segurança necessária para que o setor continue investindo e ampliando sua capacidade produtiva nos próximos anos.

Referência: Pig Progress

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