Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,51 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,90 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,44 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,33 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,92 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,10 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,47 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,53 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,57 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,03 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,62 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,19 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,33 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,87 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,87 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.504,29 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.357,21 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Mercado

Demanda aquecida e custo baixo garantem ano histórico para a suinocultura, aponta Cepea

Em 2025, a suinocultura brasileira se destacou com demanda aquecida e custo baixo, segundo análise do Cepea

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Demanda aquecida e custo baixo garantem ano histórico para a suinocultura, aponta Cepea

O ano de 2025 se encerra com um balanço extremamente positivo para a suinocultura brasileira. Segundo análise do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), o setor viveu um cenário favorável impulsionado por dois fatores principais: preços firmes do animal vivo, sustentados pela forte demanda interna e externa, e custos de produção em queda.

A desvalorização do farelo de soja, insumo essencial para a nutrição animal, permitiu que o suinocultor paulista alcançasse o maior poder de compra da série histórica iniciada em 2004.

No mercado doméstico, a oferta controlada manteve as cotações valorizadas. O suíno vivo posto na indústria (praça SP-5) fechou o ano com média de R$ 8,56/kg, uma alta real de 6,5% em relação a 2024 e o maior patamar desde 2020 (valores deflacionados pelo IGP-DI). O pico de preços ocorreu em setembro, quando o quilo do animal chegou a valer R$ 9,25, refletindo o momento de maior pressão de compra.

No cenário internacional, o Brasil consolidou sua posição como gigante global. De janeiro a novembro, o país embarcou 1,35 milhão de toneladas de carne suína, superando em 10,3% o mesmo período do ano anterior e ultrapassando o volume total exportado em todo o ano de 2024.

Com esse desempenho, o Brasil assumiu a posição de terceiro maior exportador mundial, segundo dados do USDA. As Filipinas lideraram as compras, absorvendo mais de 350 mil toneladas do produto brasileiro.

Referência: Cepea

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