Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,25 / kg
Soja - Indicador PR R$ 154,95 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 162,02 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,85 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,13 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,58 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,69 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,65 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,62 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,76 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 156,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,61 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,77 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,35 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.509,74 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.385,09 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 161,30 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 135,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Empresas

Whirlpool, dona da Brastemp e da Consul, avança em energia limpa

A companhia acaba de receber certificação internacional que atesta 100% do uso de energia limpa – como eólica, solar e hidrelétrica – em duas de suas três fábricas no Brasil

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Whirlpool, dona da Brastemp e da Consul, avança em energia limpa

A americana Whirlpool, fabricante de produtos da linha branca e dona de marcas como Brastemp e Consul, deu mais um passo em direção às metas de sustentabilidade. A companhia acaba de receber certificação internacional que atesta 100% do uso de energia limpa – como eólica, solar e hidrelétrica – em duas de suas três fábricas no Brasil.

Com isso, a empresa deixará de emitir 6 milhões de toneladas de CO2 em 2022, uma redução de 31% em relação ao nível do ano anterior. A iniciativa se enquadra na meta global da companhia de alcançar a neutralização das emissões de carbono em 2030.

A nova certificação passou a valer em janeiro para as fábricas de Manaus (AM) e Rio Claro (SP). A unidade de Joinville (SC) só alcançará a marca de 100% de uso de energia limpa em 2024. Hoje, o índice é de 85%. O escritório do grupo, na capital paulista, já havia sido certificado em novembro.

— Em Joinville, já temos pré-acordos firmados (para uso de energia limpa) — diz Cristiano Félix, gerente sênior de meio ambiente, saúde e segurança do trabalho para a América Latina.

Bernado Gallina, vice-presidente de assuntos jurídicos, de compliance e corporativos da Whirlpool para América Latina, ressalta que a decisão de comprar energia somente de fontes limpas é mais uma questão de valor para a empresa do que de redução de custos, tanto que a companhia passou a gastar 10% mais com a mudança:

— No fim das contas, a ideia é consumir menos energia e reutilizar os recursos dentro da empresa para ser mais sustentável. Reduzir em 31% as emissões de CO2 é o equivalente a plantarmos 43 mil árvores. Em 2024, com a certificação de Joinvile, a redução das emissões vai chegar a 50% (em relação a 2021).

Eficiência energética
Paralelamente à certificação internacional pela compra de energia limpa, a fabricante Whirlpool também tem investido na eficiência energética de seus produtos.

Segundo a companhia, mais de 90% dos produtos fabricados são classificados como “A”, de acordo com o selo Procel de economia de energia. Na escala do Procel, “A” é o mais eficiente.

Douglas Reis, diretor de ESG e assuntos regulatórios para a América Latina, diz que poucos produtos ainda possuem classificação “B” e que não há produtos com selo “C”.

Na esteira das práticas ESG, a companhia também atrela bonificações de executivos às metas nas três esferas da sigla: ambiental, social e governança. O desempenho nessas áreas é avaliado regularmente, com reuniões bimestrais das quais paticipam altos executivos.

As reuniões ocorrem no âmbito do Comitê ESG, recém-reformulado e que abrange a região da América Latina. Outras regiões de atuação do grupo no mundo também seguem seus comitês.

— Nessas reuniões, cada um dos pilares ESG tem que ser apresentado não só sobre o que [os executivos] já fizeram, como os compromissos futuros, listando os custos envolvidos e a priorização de projetos — diz Reis.

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