Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,77 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,82 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,55 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,88 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,08 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,54 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,78 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,76 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,76 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.489,65 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.358,79 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 151,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,05 / cx
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Tecnologia

Agronegócio aposta em Inteligência Artificial para aumentar produtividade e reduzir perdas

Tecnologia pode elevar produção em até 20% e cortar prejuízos com pragas e clima em 30%, segundo dados da Embrapa

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Agronegócio aposta em Inteligência Artificial para aumentar produtividade e reduzir perdas

A adoção de inteligência artificial (IA) tem ganhado espaço no agronegócio brasileiro como estratégia para enfrentar gargalos históricos e melhorar os resultados no campo. Com soluções que vão da automação no monitoramento das lavouras à análise preditiva de dados, a tecnologia vem se consolidando como aliada da eficiência e da sustentabilidade.

Segundo a Embrapa, o uso de IA pode aumentar a produtividade agrícola em até 20% e reduzir em até 30% as perdas provocadas por pragas e eventos climáticos. Os dados reforçam a importância da transformação digital no campo para impulsionar a competitividade do setor.

Em 2024, o agronegócio representou 23,2% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional, movimentando R$ 2,72 trilhões, de acordo com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). Em meio a esse cenário de forte relevância econômica, a tecnologia surge como diferencial estratégico.

Sensores, drones, imagens por satélite e algoritmos de aprendizado de máquina já fazem parte do dia a dia de muitos produtores, permitindo análises em tempo real sobre o solo, clima e comportamento de mercado. O uso dessas ferramentas possibilita uma gestão mais precisa, com economia de recursos e decisões orientadas por dados.

Apesar dos avanços, a conectividade limitada nas áreas rurais e a falta de profissionais capacitados para operar essas soluções ainda representam barreiras importantes. Uma pesquisa da Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG) aponta que apenas 32% das empresas do setor afirmam ter superado o déficit de competências técnicas relacionadas à transformação digital.

Ainda assim, o cenário é promissor: estimativas da consultoria Markets and Markets indicam que os investimentos globais em inteligência artificial voltada ao agronegócio devem alcançar US$ 4,7 bilhões até 2028.

Para especialistas, o futuro do setor depende da combinação entre inovação tecnológica, políticas públicas eficazes e formação de capital humano. O desafio está em transformar o potencial da IA em resultados concretos — produtivos, sustentáveis e alinhados às exigências do mercado global.

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