Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,39 / kg
Soja - Indicador PR R$ 153,59 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,59 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,81 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,08 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,49 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,58 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,65 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,25 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,02 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,85 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,72 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,94 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,93 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.509,58 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.361,32 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 162,17 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 136,40 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Abastecimento

Alimentos caros

Preços dos alimentos devem continuar altos, segundo a ONU. Trigo, arroz e oleaginosas lideram alta.

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Os preços dos alimentos no mercado mundial devem continuar altos e instáveis no médio prazo, e uma repetição do ocorrido entre 2007 e 2008, quando atingiram um pico, é uma possibilidade realista, segundo relatório da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), divulgado na segunda-feira.

Entre 2006 e 2008, segundo a organização, os preços de alimentos básicos subiram cerca de 60%, enquanto os preços dos grãos chegaram a dobrar. Em meados do ano passado, os preços dos alimentos nos mercados internacionais atingiram seu maior patamar em quase 30 anos, o que provocou revoltas e tumultos em alguns dos países mais pobres.

Embora tenham registrado um retrocesso, os preços continuam altos e não devem cair para os níveis vistos em 2006, diz o documento, publicado por ocasião de um fórum em Roma, que se encerra hoje, com cerca de 300 especialistas em agricultura e desenvolvimento.

Itens como trigo, arroz, oleaginosas e açúcar refinado podem ficar acima desse patamar até 2018. A alta de preços como a que se viu entre 2007 e 2008 é, segundo a FAO, uma “possibilidade realista”.

Na semana passada, a FAO informou que os países em desenvolvimento precisam de investimento líquido de US$ 83 bilhões por ano na agricultura para garantir alimentos para 9,1 bilhões de pessoas em 2050.

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