Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,19 / kg
Soja - Indicador PR R$ 153,81 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,73 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,78 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,74 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,74 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.473,16 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.358,79 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 151,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,05 / cx
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Preço do frango irá aumentar entre 15% e 17%

O reajuste é um repasse ao consumidor da alta dos gastos.

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Redação (26/02/2009)- O preço do frango deverá subir entre 15% e 17%. O índice será definido em reunião na União Brasileira de Avicultura (UBA) na segunda-feira, em São Paulo. "Não vai ser preço que vai espantar o consumidor", afirma o secretário executivo da Asgav, José Eduardo dos Santos, que defende valor que garanta remuneração acima dos custos de produção. A expectativa inicial era de alta de 15%, mas, com o agravante da crise e a redução drástica da produção, de alojamento e de matrizes na tentativa de produzir apenas o essencial, o índice deve chegar a 17%.

Segundo ele, o reajuste é um repasse ao consumidor da alta dos gastos. Em dezembro, o setor adquiriu milho mais caro devido ao aumento nas exportações e à quebra na safra decorrente da estiagem. "Pagamos preços aviltados, de R$ 25,00 a saca de 60 quilos de milho e quase R$ 1 mil a tonelada de soja. Isso tudo gera efeito", afirma. Ele explica que, de dezembro até agora, os preços se mantiveram e, com a crise e a redução na produção, foi possível administrar esse período. "Mas não se sabe como vai ser daqui para a frente. E qual vai ser a política do governo para atender às agroindústrias", pondera Santos. Outro fator que contribui é a retomada de pedidos de cortes para países como Estados Unidos e China e a expectativa de exportação ao Oriente Médio. "No meio do ano, esperamos atingir um ritmo satisfatório, mesmo que a adequação para estes mercados demore."

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