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Soja - Indicador PRR$ 122,72 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 130,15 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 9,95 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,95 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,76 / kg
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Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 174,02 / cx
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Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.253,22 / t
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Exportações de milho estão mais competitivas

A queda dos preços do milho no mercado doméstico e o descolamento em relação às cotações de Chicago tornam as exportações mais vantajosas no mercado internacional.

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A queda dos preços do milho no mercado doméstico e o descolamento em relação às cotações de Chicago deixaram o produto brasileiro mais competitivo no mercado internacional.

Segundo cálculos do Valor Data baseados nas médias mensais dos contratos futuros de segunda posição de entrega (normalmente os de maior liquidez), na BM&FBovespa houve queda de 7,47% em novembro na comparação com outubro, enquanto na bolsa de Chicago o grão subiu 5,4%

Diante desse quadro – que ganha cores mais vivas com a recente recuperação do dólar -, as exportações brasileiras do produto ganham atratividade e tornam-se uma alternativa mais rentável de escoamento da oferta excedente.

Estatísticas apresentadas nessa terça-feira (01) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) mostram que os embarques já são mais robustos. Em novembro, pela primeira vez no ano, os embarques mensais superaram a marca de 1 milhão de toneladas – foram 1,087 milhão, 33% mais que em outubro e 40,36% acima de novembro de 2008.

Mas, mesmo com o aumento, o volume embarcado até agora está abaixo das expectativas, fato que contribui para a pressão sobre os preços internos. Em seu último relatório, a Conab previu para este ano vendas externas de 8 milhões de toneladas, resultado que dificilmente será alcançado, já que de janeiro a novembro os embarques somaram 6,54 milhões.

“Em novembro, contávamos com uma exportação que não aconteceu, mas temos um horizonte mais favorável para as vendas externas, já que o preço em dólar do milho brasileiro está mais atrativo”, afirma Marcelo Gumiero, operador da Coinvalores.

O analista lembra que as chuvas estão atrasando a colheita da safra nos Estados Unidos, o que tem dado sustentação às cotações em Chicago. Apesar de o governo americano ter adiado para 2010 a decisão de aumentar a mistura de etanol à gasolina, a expectativa de elevar de 10% para 15% é vista como positiva para os preços do milho nos EUA. “Não vemos muito mais espaço para quedas no milho e temos notícias no mercado para sustentar os preços”, diz Gumiero.

Na mesma tendência do milho, os preços do boi gordo na tiveram queda em novembro na BM&FBovespa, segundo os critérios do Valor Data. O valor médio da arroba foi de R$ 75,17, 5,63% menos que em outubro. O mercado sido prejudicado pela queda nas exportações e pela farta oferta de animais que abastece os frigoríficos.

No mês passado, segundo a Secex, as vendas externas de carne in natura totalizaram 78,7 mil toneladas e voltaram a perder força. O desempenho de novembro representa queda de 4,5% sobre outubro. “Ainda não é possível enxergar uma recuperação. A oferta de animais é significativa e não existem fundamentos para reverter a tendência dos preços”, afirma Élio Micheloni, operador da ICAP, para quem os preços podem se estabilizar nos atuais patamares.

Entre os destaques positivos, os preços da soja terminaram o mês com um preço médio de US$ 22,60 por saca, alta de 3,97%. O resultado é um reflexo do mercado de Chicago, que também acumulou ganho em novembro e puxou os preços no Brasil. Os preços do café também subiram e acumularam uma valorização de 2,7%, seguindo a mesma tendência apresentada pelo mercado de Nova York.

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