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Sinal verde do Chile às carnes suína e de frango

Os chilenos ainda estudam pedido brasileiro para a habilitação de estabelecimentos de carne bovina de 11 Estados reconhecidos como livres de febre aftosa.

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Redação (23/07/2008)- O governo do Chile anunciou ontem a reabertura formal do mercado do país para as carnes suína e de frango produzidas por frigoríficos brasileiros. Pelo acordo, foram habilitadas 12 plantas exportadoras de frango e duas de suínos de Santa Catarina, Paraná e São Paulo. Os chilenos ainda estudam pedido brasileiro para a habilitação de estabelecimentos de carne bovina de 11 Estados reconhecidos como livres de febre aftosa.

A retomada das compras de carne pelo Chile, suspensas desde o registro de focos de aftosa em Mato Grosso do Sul, em outubro de 2005, ocorre quatro meses após a decisão do Ministério da Agricultura de fechar as portas do mercado brasileiro às frutas do país andino. "O acordo já estava certo há alguns dias. Estamos agora finalizando os detalhes sobre a emissão dos certificados sanitários", disse o secretário de Defesa Agropecuária, Inácio Kroetz.
Os exportadores brasileiros de frango estimam vender até 40 mil toneladas de diversos cortes ao mercado chileno. E esperam a extensão da autorização para outros seis empresas de Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná. "Há um clima muito favorável aos negócios aqui", disse o ex-ministro Francisco Turra, presidente-executivo da Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frango (Abef). Segundo ele, os chilenos têm reivindicado investimentos de empresas brasileiras para processar e industrializar a carne no país andino.

"Com isso, poderíamos aumentar nossa relação comercial e transformar o Chile numa plataforma de exportação para mercados onde ainda não entramos", avaliou Turra. Para ele, mesmo sem grandes investimentos, as empresas podem fazer outros acordos com o setor privado chileno para elevar as vendas "rapidamente" a 100 mil toneladas. O executivo da Abef esteve acompanhado de representantes de Sadia, Big Frango, Seara, Copagril Agroindustrial e Marfrig.

A reabertura mais ampla do mercado do Chile para a carne bovina está bem encaminhada, segundo o governo. Hoje, está permitida apenas a venda de carne do Rio Grande do Sul, mas o Ministério da Agricultura avalia ser possível fechar um acordo para ampliar, de forma gradual e segura, os embarques de outros onze Estados. O secretário Inácio Kroetz, que está em Santiago para negociar a abertura, disse que "nos próximos dias" deve ser definido um "cronograma de ações" para o acordo bilateral.

O Chile era o quarto principal mercado para a carne bovina antes da ocorrência da aftosa, em 2005. De lá para cá, o país andino optou por comprar de fornecedores como Paraguai e Austrália. Os industriais brasileiros têm pressionado o governo a forçar a reabertura do mercado chileno até mesmo com ameaças de suspensão da compra de salmão e vinhos produzidos pelos andinos.

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