Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 65,42 / kg
Soja - Indicador PRR$ 122,32 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 128,33 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 8,71 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 5,52 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 5,80 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 4,97 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 5,08 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 5,26 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 156,16 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 164,55 / cx
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Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 182,23 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 146,82 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 169,38 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,66 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,68 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.353,53 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.295,10 / t
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Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 159,03 / cx
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Controle biológico em milho tem 17 espécies eficientes

Os trabalhos envolvem parasitóides que agem especificamente sobre os causadores de pragas como as lagartas do cartucho e da espiga e o pulgão do milho.

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Redação (26/09/06)-  A Embrapa Milho e Sorgo (Sete Lagoas-MG) possui tecnologia sobre a multiplicação e o uso de 17 espécies que controlam diferentes pragas na cultura do milho, sobretudo a lagarta-do-cartucho, a que mais traz prejuízos ao produtor rural brasileiro. Os trabalhos envolvem parasitóides que agem especificamente sobre os causadores de pragas como as lagartas do cartucho e da espiga e o pulgão do milho. Os chamados inimigos naturais praticam o controle biológico e são uma alternativa ao uso, às vezes indiscriminado e exagerado, de agrotóxicos nas lavouras brasileiras de milho.

O Laboratório de Criação de Insetos (Lacri) trabalha no monitoramento da ocorrência de pragas nas diferentes regiões do país. Identificados os potenciais inimigos naturais, eles são criados e reproduzidos em condições de laboratório para, depois, serem testados no campo. Os que obtêm sucesso, como os já conhecidos Trichogramma e Telenomus, passam a figurar entre os agentes de controle biológico, tecnologia que tem forte apelo ambiental e já é usada em algumas propriedades rurais.

O pesquisador Ivan Cruz, da Embrapa Milho e Sorgo, afirma que é
necessário, agora, colocar essa tecnologia no mercado e à disposição de mais produtores: o que precisa é incubar empresas, sugere. Nesse sentido, ele se diz favorável à criação de biofábricas regionais, pequenas empresas que produziriam e comercializariam inimigos naturais em cidades próximas. Atualmente, existe uma biofábrica em Uberlândia, no Triângulo Mineiro, que trabalha seguindo as orientações da Embrapa.

Ivan salienta que ainda faltam estudos sobre o custo de produção de quase todos os inimigos naturais. No caso do Trichogramma, esse trabalho já foi feito. O pesquisador acredita que é possível, em grande parte, substituir o uso de agrotóxicos utilizando tecnologias como o controle biológico. O grande problema é o balanço entre os inimigos e o uso de agrotóxicos, explica, se referindo a um equilíbrio que deve existir no manejo das pragas, que nada mais é do que saber o quanto de dano causado por ela pode ser tolerado pela lavoura.

Estão sendo elaborados projetos, tanto na área de pesquisa como em transferência de tecnologia, para aprimorar e repassar o conhecimento em controle biológico de pragas em milho. O acompanhamento da evolução das pragas é importante. A incidência de pulgão nas últimas safras e o aparecimento de populações resistentes a determinados produtos químicos, por exemplo, demonstram que é preciso ficar atento ao que acontece nas lavouras de milho no país.

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