O excesso de oferta interna do suíno, em função dos embargos às exportações, é grande e os preços desanimam criadores gaúchos.
Preços baixos
Redação SI (29/08/06)- Produtores de suíno do Rio Grande do Sul estão torcendo para que as vendas externas do produto sejam normalizadas. Sem poder exportar, em função dos embargos provocados pelos focos de aftosa, a oferta interna é grande e os preços desanimam os criadores.
A região Noroeste é a maior produtora de suínos do Estado. São abatidos mais de cinco mil animais por dia. E 60% dessa produção têm mercado garantido para a exportação, feita em sua maioria para a Rússia.
Por causa dos focos de aftosa no Paraná e
Leia também no Agrimídia:
- •Embrapa aponta queda nos custos da suinocultura e da avicultura de corte em abril
- •Resíduos da suinocultura viram fertilizante e ajudam a sustentar a produtividade da soja
- •Diferença de quase 90% no preço do suíno vivo entre México (97,74¢/lb) e Brasil (51,72¢/lb) expõe desequilíbrio na suinocultura
- •Embargo europeu pressiona ajuste sanitário na pecuária brasileira
No Rio Grande do Sul, as exportações estão autorizadas; mas a restrição aos outros Estados acabou jogando o preço do suíno em todo o País para baixo. O quilo da carne no Rio Grande do Sul está valendo R$ 1,90, 20% menos que valia em agosto de 2005.
O mercado interno não tem como subir uma vez que
A Rússia está comprando carne suína do Rio Grande do Sul e também de Mato Grosso.























