Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 66,60 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 152,45 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 158,53 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 9,60 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,63 / kg
Suíno - Estadual MG ↓ R$ 6,50 / kg
Suíno - Estadual PR ↓ R$ 5,47 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 5,66 / kg
Suíno - Estadual RS ↓ R$ 5,68 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 138,22 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 140,13 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 153,94 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 155,57 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 129,09 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 143,13 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,06 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,08 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.560,21 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.476,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 158,58 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 133,76 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 138,22 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 148,69 / cx

Empresa americana utiliza ultra-som para identificar suínos que produzem carne mais suculenta

O método pode identificar a característica genética para a produção da carne de melhor qualidade ao colocar mais gordura na carne.

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Redação SI (07/08/06)- Uma empresa criada por pesquisadores da Universidade Estadual de Iowa pretende convencer os produtores de suínos a usar tecnologia de ultra-som para identificar os animais que produzirão a carne mais suculenta e saborosa. A Biotronics Inc., criada em 1998, recebeu uma dotação de verba do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos para estudar o uso de ultra-som em porcos. A dotação é de US$ 80.000 para a primeira fase do projeto. Uma segunda fase, se contemplada, poderá receber US$ 350.000.

O presidente da Biotronics, Doyle Wilson, disse que o ultra-som pode identificar a característica genética para a produção da carne de melhor qualidade ao colocar mais gordura na carne. Segundo ele, os suínos atuais são mais magros, com menos marmorização, ou gordura intramuscular, e por isso a carne é mais seca e menos saborosa. “Nossa idéia é usar a tecnologia para melhorar o gosto e a satisfação alimentar da carne de porco”, diz Wilson.

A vice-presidente assistente de marketing para o consumidor da Comissão Nacional da Carne de Porco, Ceci Snyder, diz que a indústria da suinocultura debate-se com a questão de quanta gordura um porco deve ter. “Alguns chefs preferem mais marmorização”, disse Snyder, “mas os consumidores compram com os olhos, e ficam de olho no tanto de gordura que há na carne. As pessoas querem comida saudável”.

A Biotronics espera que seu sistema de ultra-som permita avaliar a qualidade da carne dos suínos abatidos, disse Wilson. A tecnologia é adaptada da usada para mostrar às mães o feto ainda no útero. Ao detectar quais suínos têm mais marmorização na virilha, os suinocultores podem selecionar animais parecidos para reprodução e estimular uma “engorda” da raça. “Você precisa localizar a característica e cultivá-la”, diz Wilson.

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