Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 71,06 / kg
Soja - Indicador PR R$ 151,68 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,14 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,16 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,53 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,78 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 140,88 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,98 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 152,40 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,09 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 148,07 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,52 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,54 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.456,52 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.359,38 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,21 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,14 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,54 / cx
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Pará cria Câmara Técnica de grãos, aves e suínos

O orgão deverá propor soluções em curto, médio e longo prazo para a crise que o setor enfrenta.

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Redação (15/05/06)- O Conselho do Agronegócio do Pará, que reúne representantes do setor produtivo paraense e de instituições públicas, deliberou, na manhã da última sexta-feira (12), a criação da câmara técnica de grãos, aves e suínos, a primeira ligada ao órgão. Além disso, o órgão aprovou o regimento interno que deverá ser publicado no Diário Oficial do Estado. A reunião do conselho ocorreu na sede da Secretaria Executiva de Agricultura (Sagri).

A câmara técnica de grãos, aves e suínos deverá propor soluções em curto, médio e longo prazo para a crise que o setor enfrenta, principalmente os produtores de milho, que sofrem a concorrência com o produto de outros Estados.

Convidado pela Federação da Agricultura do Estado do Pará (Faepa), um grupo de produtores da região de Paragominas compareceu à reunião do conselho para falar sobre os problemas que atingem o setor. Segundo o produtor rural José Carminati, um deles é falta de silos de armazenagem.

Hoje, a região tem capacidade para armazenar 800 mil sacas de milho, mas os produtores devem colher nesta safra cerca de dois milhões de sacas. “Não temos onde colocar a produção. Essa é uma situação emergencial que temos que resolver. Se tivéssemos segurança para produzir, em 2007 o Pará já seria auto-suficiente em milho.”

Ele destacou ainda que a concorrência do frango que vem de outros Estados também preocupa o setor, “porque o mercado consumidor interno não compra o que está sendo produzido aqui”. “Acho que se deve proteger a produção regional de frango e isentar a saída do produto daqui para outros Estados. Assim a gente cria mão-de-obra e renda interna. A cadeia do frango é uma questão a ser discutida”, falou.

O produtor destaca que a região tem um dos melhores índices de produtividade do país, chegando a produzir 140 sacas de milho por hectare. “Já temos algumas áreas comerciais que atingem esse índice. Estamos, portanto, fazendo a nossa parte.”

O secretário Especial de Produção, Vilmos Grunvald, que preside o Conselho do Agronegócio, considerou de fundamental importância a participação dos produtores de Paragominas na reunião. “O setor produtivo está nos dizendo o que ocorre na área. É papel do conselho entender essa realidade e solucionar as questões. O governador Simão Jatene tem falado que o governo tem que ser instrumento da sociedade. Esse tipo de depoimento dá indicação de prioridades para nós”.

Grunvald disse ainda que a atuação do conselho e das câmaras técnicas que serão criadas depende da capacidade do setor produtivo de formular propostas. “Essa é a melhor forma de superar as barreiras para que vocês (produtores) possam trabalhar.”

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