Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 71,56 / kg
Soja - Indicador PRR$ 122,92 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 130,87 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,12 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,75 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,68 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,63 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,80 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 177,83 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 189,46 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 200,77 / cx
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Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 168,87 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 195,36 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,05 / kg
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Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.217,19 / t
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Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 212,24 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 191,00 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 182,20 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 184,52 / cx

Avicultura no MT tende a inovar com compartimentalização

Sugestão foi feita pela UBA e acatada pelo Estado.

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Redação AI (15/05/06)- O vice-presidente da União Brasileira de Avicultura (UBA), Ariel Mendes, disse em Cuiabá (MT) que a resposta rápida das indústrias à proposta de redução dos abates de frango, sugerida inicialmente pela UBA e acatada pelas indústrias, combinada com a retomada gradual das exportações de carne de frango durante o primeiro quadrimestre foram fundamentais para que o mercado de frango saísse do vermelho. Desde quinta-feira o frango vivo vem sendo negociado a R$ 1,30/kg no mercado paulista, depois de ter sido vendido a R$ 0,70 entre o final de março e inicio de abril.

Fechamos o primeiro quadrimestre com praticamente os mesmos volumes exportados em 2005, o que trouxe equilíbrio entre oferta e demanda e possibilitou que as empresas saíssem do vermelho, avaliou Mendes. Com o tema Gripe Aviária: Epidemia e medidas gerais de controle e impacto comercial, o vice-presidente da UBA foi palestrante do XXXIII Conbravet, realizado paralelamente ao IV Enipec, no Centro de Eventos do Pantanal, em Cuiabá.

Na sua opinião, o Mato Grosso surge como um mercado emergente na avicultura e os programas em desenvolvimento no estado estão sendo focados basicamente para exportação, dentro do conceito de que é preciso ocupar zonas novas, de avicultura mais tecnificada, de galpões mais modernos.

A proposta do estado é a compartimentalização, que é um conceito novo da Organização Mundial de Saúde Animal-OIE. A OIE não tem um programa de regionalização para a avicultura, para gripe aviária, como tem para a aftosa, mas está propondo este programa, antecipou.

Explica que o compartimento implica num trabalho integrado entre uma granja ou empresa, em que estejam envolvidos fábrica de ração, abatedouros, granjas de matrizes, material genético e as granjas de produção de frango. As empresas, agora, já estão procurando se estabelecer em locais ou em estados que permitam essa compartimentalização, onde fiquem mais isoladas e tenham controle total sobre a biosseguridade no sistema de produção, para evitar contato com vírus, caso o estado ou o país seja contaminado. Destaca que, por isso, o Mato Grosso leva uma vantagem grande nesse processo, além de ser um estado agrícola, grande produtor de soja e milho.

O Mato Grosso responde por cerca de 2,5% da produção brasileira, mas de acordo com o vice-presidente da UBA, nos próximos dois anos deverá dar um salto na produção, chegando a algo em torno de 5% a 8% com os projetos novos que estão sendo cogitados. Recentemente, duas das maiores empresas produtoras de aves, a Sadia e a Perdigão, anunciaram grandes investimentos no estado. A Sadia anunciou a construção de dois abatedouros de aves e um de suínos em Lucas do Rio Verde e Campo Verde, orçados em R$ 1,5 bilhão. Já a Perdigão está ampliando e modernizando sua unidade em Nova Mutum, um investimento de mais de R$ 200 milhões, segundo informações da própria UBA.

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