Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,93 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,87 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,20 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,42 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,53 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,73 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 141,81 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 154,39 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,09 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,74 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.457,55 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.355,06 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,21 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 162,73 / cx
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Sanidade animal

Paraná conclui envio de amostras do ciclo 2025/26 e reforça vigilância contra doenças aviárias

Monitoramento abrangeu 488 propriedades e integra estratégia para manter status sanitário e competitividade do setor

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Paraná conclui envio de amostras do ciclo 2025/26 e reforça vigilância contra doenças aviárias

A Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) concluiu, na segunda-feira (8), o envio da última remessa de amostras do ciclo 2025/2026 da Vigilância Ativa de Aves no Estado. O material foi encaminhado aos Laboratórios Federais de Defesa Agropecuária (LFDA) de Campinas (SP) e Porto Alegre (RS), responsáveis pelas análises voltadas à detecção de enfermidades de relevância sanitária, como a Influenza Aviária de Alta Patogenicidade e a Doença de Newcastle.

A vigilância ativa integra o Programa de Sanidade Avícola e tem como foco o monitoramento contínuo da população de aves, permitindo a identificação precoce de possíveis enfermidades e a comprovação da ausência de circulação de agentes de alto impacto econômico e sanitário.

Durante o ciclo, fiscais de Defesa Agropecuária, médicos-veterinários e assistentes de fiscalização realizaram inspeções em 488 propriedades avícolas distribuídas em diferentes regiões do Paraná. As ações incluíram a coleta de amostras e o levantamento de informações epidemiológicas consideradas estratégicas para a manutenção do status sanitário do Estado.

De acordo com a chefe da Divisão de Sanidade Avícola, Pauline Sperka, os resultados obtidos fortalecem a capacidade de resposta do Serviço Veterinário Oficial e contribuem para a proteção da avicultura paranaense. “Além de garantir a segurança sanitária da produção, as ações de vigilância são fundamentais para assegurar a confiança dos mercados consumidores nacionais e internacionais, contribuindo para a manutenção das exportações e da competitividade do setor avícola paranaense”, afirma.

Integração

Os resultados alcançados no ciclo 2025/2026 refletem a atuação integrada das equipes técnicas dos Escritórios Regionais e Locais, dos servidores da sede da Adapar e do Centro de Diagnóstico Marcos Enrietti. O apoio dos produtores rurais também foi apontado como fator relevante para a execução das atividades de monitoramento e para a adoção das medidas preventivas ao longo do período.

As amostras coletadas integram o conjunto de evidências sanitárias que subsidiam as ações de defesa agropecuária e os programas de certificação sanitária. Após a conclusão das análises laboratoriais, os resultados serão consolidados pela equipe técnica da Agência.

Vigilância

A vigilância ativa é considerada uma ação contínua e estratégica para a defesa agropecuária. A iniciativa permite o monitoramento de doenças de notificação obrigatória, fortalece a capacidade de prevenção e resposta a emergências sanitárias e contribui para a preservação do patrimônio avícola do Paraná.

Além do monitoramento, as atividades promovem o contato direto entre as equipes técnicas e os produtores, fortalecendo ações de educação sanitária, biosseguridade e conscientização sobre a notificação de suspeitas. O trabalho também contribui para a disseminação de boas práticas de produção e para o fortalecimento da cultura de prevenção no setor.

Fonte: Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar)

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