A oferta mais enxuta, decorrente da seca prolongada na maior região produtora de suínos do País, o Sul do Brasil elevou as cotações do suíno vivo no mês passado.
Preços e custos maiores em março
Compartilhar essa notícia
Redação SI 04/04/2005 – A oferta mais enxuta, decorrente da seca prolongada na maior região produtora de suínos do País, o Sul do Brasil – diminuição de plantéis elevou as cotações do suíno vivo em março. As maiores altas foram observadas no Rio Grande do Sul, onde a estiagem é mais crítica.
No feriado de Páscoa, choveu naquele estado, mas não o suficiente para reverter o déficit hídrico. Muitos suinocultores estão tendo que buscar água em cidades distantes de suas propriedades, o que encarece ainda mais os já inflacionados custos de produção – a seca também está por trás do encarecimento do milho e do farelo de soja, que respondem por 65% dos custos deste setor.
Leia também no Agrimídia:
- •Pará intensifica inquérito sanitário para peste suína clássica em três regiões do Estado
- •Cepea: exportações de carne suína somam 138,3 mil toneladas e batem recorde em abril
- •Reino Unido atualiza estratégia sanitária para proteger suinocultura contra surtos de peste suína
- •Produtores de SC discutem desafios da biosseguridade na suinocultura independente
Assuntos Relacionados suinos
Relacionados
Relatório de Sustentabilidade
Frimesa atinge 100% de certificação em bem-estar animal e amplia uso de energia renovável
Resultados Financeiros
JBS fatura US$ 21,6 bilhões no 1T26 e cresce 11% na comparação anual
Mercado Internacional























