Apesar da crise que abalou a suinocultura brasileira, Yves Naveau diz que o País tem potencialidade de crescimento e de sustentar grandes investimentos.
Diretor da Pen Ar Lan aposta no Brasil
Redação SI 23/09/2003 – “A crise que enfrentou toda a cadeia suinícola durante esses dezoito últimos meses foi excepcional pela sua intensidade e longevidade. Houve diminuições de plantel em todo o Brasil, porém mais acentuadas nos Estados de Minas Gerais e São Paulo, aonde predomina uma suinocultura de produtores independentes”, analisa Yves Naveau, diretor da Pen Ar Lan no Brasil, no editorial do informativo da empresa, Ao Vivo, no. 2. “Mesmo assim, a diminuição de plantel foi baixa se comparada com a intensidade da crise, o que demonstra mais uma vez a extraordinária capacidade de resistência e de adaptação dos suinocultores e dos empresários brasileiros em geral. As exportações de carne suína bateram novos recordes em 2002, fazendo com que o Brasil seja considerado hoje uma ameaça para os outros países exportadores. É interessante constatar que nas duas revistas francesas especializadas em suinocultura, não há mais edições em que o Brasil não seja citado, e recentemente, a suinocultura brasileira foi o assunto de edições especiais pra mostrar aos produtores franceses o que está acontecendo por aqui. Mais do que nunca, isso nos conforta em nossa decisão tomada já há seis anos de ter investido no Brasil”, revela Naveau.Leia também no Agrimídia:
Hoje, a Pen Ar Lan, além de duas granjas núcleos próprias, tem parceria de multiplicação com cinco granjas situadas em três Estados (MG, PR e RS) e em breve iniciará o povoamento de mais duas granjas multiplicadoras Nama. No início de 2004, a Per Ar Lan disporá de 2400 matrizes em multiplicação em 6 granjas situadas em quatro Estados, o que permitirá uma produção de cerca de 20.000 matrizes Nama ao ano”.
Atualizando dados.















