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Abate clandestino de carnes

Indea (Instituto de Defesa Ageopecuária de Mato Grosso) prega conscientização contra clandestinos.

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Da Redação 25/11/2003 – 06h00 – O presidente do Indea (Instituto de Defesa Ageopecuária de Mato Grosso), Décio Coutinho, lançou na última sexta-feira uma cruzada contra os abates clandestinos de animais e comercialização de produtos e sub-produtos sem inspeção sanitária. Coutinho estava presente na inauguração do Frigorífico Tupã, na Estrada do Córrego Mutum, em Tangará da Serra, onde foi lançado o registro n 058 do Serviço de Inspeção Sanitária Estadual – SISE.

De acordo com Décio Coutinho, atualmente não se pode mais admitir o consumo de carnes e derivados que não tenham passado por inspeção sanitária. “O consumidor tem o direito de consumir produtos de qualidade e procedência comprovadas”, disse o presidente do Indea. Ele defende uma maior rigidez por parte da fiscalização sanitária municipal e estadual para coibir os abates clandestinos de animais e a comercialização de carnes e sub-produtos não inspecionados.

Coutinho disse que uma das formas de combater atividades clandestinas é intensificar a fiscalização para barrar o trânsito de animais para abates em estabelecimentos que não estejam devidamente regularizados e habilitados, e também apertar o cerco, através do serviço de fiscalização sanitária, para impedir a comercialização de produtos e sub-produtos não inspecionados, bem como suspender o funcionamento de estabelecimentos clandestinos.

“Se os clandestinos não receberem animais para abate, não haverá produtos sem inspeção para serem oferecidos ao consumidor. Em conseqüência disso, os produtos irregulares acabam sumindo do mercado”, argumentou.

O presidente do Indea salientou, porém, que a maior responsabilidade é do próprio público consumidor. “Você precisa exigir que o produto que está sendo adquirido tenha boa procedência e certificação higiênica”, observou, lembrando que produtos inspecionados possuem as marcas dos serviços de inspeção sanitária municipal (SIM), estadual (SISE) e federal (SIF).

“Não há como admitir que ainda sejam oferecidos produtos de qualidade duvidosa numa cidade com frigoríficos inspecionados e que oferecem produtos de qualidade comprovada”, disse, citando os grandes frigoríficos de Tangará da Serra, como o Marfrig, o Anhambi e o próprio Tupã.

No entanto, ainda há, em considerável escala, abates clandestinos de animais e a comercialização de carnes e derivados sem a devida inspeção sanitária. “O consumidor precisa rejeitar estes produtos e exigir o que há de melhor no mercado. Assim, além de consumir produtos de qualidade comprovada, o consumidor estará combatendo a sonegação e a concorrência desleal”, finalizou Décio Coutinho.

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