Pesquisadores do Cepea indicam que a pressão vem, principalmente, da fraca demanda doméstica pela proteína nas pontas finais da cadeia, uma vez que a oferta de animais terminados nas granjas está restrita e a demanda externa, aquecida
Cotações do suíno vivo e da carne seguem em queda

As cotações do suíno vivo e da carne continuam em queda nesta primeira semana de julho. Pesquisadores do Cepea indicam que a pressão vem, principalmente, da fraca demanda doméstica pela proteína nas pontas finais da cadeia, uma vez que a oferta de animais terminados nas granjas está restrita e a demanda externa, aquecida.
De 30 de junho a 6 de julho, o animal se desvalorizou 7,8% em São Paulo, cotado na média de R$ 3,52/kg na quarta-feira, 6. Em Santa Catarina, a variação também foi negativa, de 3,4%, a R$ 3,34/kg no dia 6. No mercado atacadista da Grande São Paulo, a carcaça especial suína foi comercializada a R$ 5,69/kg na quarta, queda de 4,4% em relação ao encerramento de junho. Para a carcaça comum, a baixa foi de 5,3%, com o produto negociado a R$ 5,33/kg também no dia 6.
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