Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 64,87 / kg
Soja - Indicador PRR$ 133,94 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 140,58 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 8,40 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 5,20 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 5,76 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 4,85 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 4,98 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 5,00 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 134,46 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 135,49 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 145,80 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 148,38 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 128,05 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 141,08 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,32 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,34 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.403,33 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.307,53 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 147,15 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 134,08 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 140,92 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 152,89 / cx
Destaque Todas Páginas
Saúde Animal

Combater as doenças respiratórias na suinocultura brasileira é desafio constante

Combater as doenças respiratórias na suinocultura brasileira é desafio constante

Compartilhar essa notícia
Combater as doenças respiratórias na suinocultura brasileira é desafio constante

A suinocultura brasileira se depara com um desafio constante: o combate às doenças respiratórias, que comprometem significativamente a saúde e a produtividade dos suínos, levando a um aumento nos custos e na mortalidade nas diversas fases de produção. Agentes como Mycoplasma hyopneumoniae, Circovírus Suíno tipo 2 (PCV2) e Actinobacillus pleuropneumoniae (APP) são os principais vilões, causando infecções graves e perdas econômicas expressivas.

Mycoplasma hyopneumoniae é o responsável pela pneumonia enzoótica, uma condição crônica que atinge principalmente animais jovens, afetando suas vias respiratórias e resultando em lesões nos pulmões e bronquíolos. Estima-se que mais de 65% das granjas possuem casos do patógeno, o que desencadeia uma série de complicações, incluindo tosse persistente, dispneia e queda no ganho de peso.

A infecção predispor os animais a outras doenças bacterianas, aumentando a severidade dos sintomas e os prejuízos financeiros. A pneumonia enzoótica, em particular, é conhecida por reduzir o ganho diário de peso em até 33% e elevar os custos de produção em cerca de 10%.

O Circovírus Suíno tipo 2 (PCV2), por sua vez, é associado à circovirose suína, afetando suínos de todas as idades e manifestando-se através de uma variedade de sintomas, desde respiratórios até falhas reprodutivas. Este patógeno compromete o sistema imunológico dos suínos, deixando-os mais vulneráveis a infecções secundárias e resultando em perdas significativas para a suinocultura.

Já o Actinobacillus pleuropneumoniae é o causador da pleuropneumonia suína, uma doença caracterizada por broncopneumonia necrosante e hemorrágica. Essa patologia representa um dos maiores desafios para a indústria, com surtos de cepas virulentas podendo resultar em morbidade superior a 50% e mortalidade entre 1 a 10%.

A identificação precoce dessas doenças é crucial, demandando acompanhamento clínico rigoroso e testes laboratoriais específicos. Segundo Marcio Dahmer, médico-veterinário e gerente de marketing da Ceva Saúde Animal, o monitoramento da saúde dos suínos é uma ferramenta chave para o diagnóstico proativo, permitindo a implementação de estratégias de manejo e controle mais eficazes.

Para combater esse cenário, o especialista destaca a importância da implementação de medidas de biosseguridade, uso de vacinas e monitoramento constante da saúde animal. Com estratégias de manejo adequadas, é possível minimizar a incidência dessas doenças e seus impactos, garantindo uma produção suína mais eficaz e sustentável. A luta contra as doenças respiratórias na suinocultura brasileira, portanto, é um esforço contínuo que exige atenção e adaptação constantes por parte dos produtores.

Assuntos Relacionados
boletimSIsaúde animalsuinos
Mais lidas
Cotação
Fonte CEPEA
  • Milho - Indicador
    Campinas (SP)
    R$ 64,87
    kg
  • Soja - Indicador
    PR
    R$ 133,94
    kg
  • Soja - Indicador
    Porto de Paranaguá (PR)
    R$ 140,58
    kg
  • Suíno Carcaça - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 8,40
    kg
  • Suíno - Estadual
    SP
    R$ 5,20
    kg
  • Suíno - Estadual
    MG
    R$ 5,76
    kg
  • Suíno - Estadual
    PR
    R$ 4,85
    kg
  • Suíno - Estadual
    SC
    R$ 4,98
    kg
  • Suíno - Estadual
    RS
    R$ 5,00
    kg
  • Ovo Branco - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 134,46
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Branco
    R$ 135,49
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 145,80
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 148,38
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 128,05
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 141,08
    cx
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 7,32
    kg
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 7,34
    kg
  • Trigo Atacado - Regional
    PR
    R$ 1.403,33
    t
  • Trigo Atacado - Regional
    RS
    R$ 1.307,53
    t
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 147,15
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Santa Maria do Jetibá (ES)
    R$ 134,08
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Recife (PE)
    R$ 140,92
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Recife (PE)
    R$ 152,89
    cx

Relacionados

AI – Edição 1344
SI – Edição 329
AI – 1343
SUINOCULTURA 328
Anuário AI – Edição 1342