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Combater as doenças respiratórias na suinocultura brasileira é desafio constante

Combater as doenças respiratórias na suinocultura brasileira é desafio constante

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Combater as doenças respiratórias na suinocultura brasileira é desafio constante

A suinocultura brasileira se depara com um desafio constante: o combate às doenças respiratórias, que comprometem significativamente a saúde e a produtividade dos suínos, levando a um aumento nos custos e na mortalidade nas diversas fases de produção. Agentes como Mycoplasma hyopneumoniae, Circovírus Suíno tipo 2 (PCV2) e Actinobacillus pleuropneumoniae (APP) são os principais vilões, causando infecções graves e perdas econômicas expressivas.

Mycoplasma hyopneumoniae é o responsável pela pneumonia enzoótica, uma condição crônica que atinge principalmente animais jovens, afetando suas vias respiratórias e resultando em lesões nos pulmões e bronquíolos. Estima-se que mais de 65% das granjas possuem casos do patógeno, o que desencadeia uma série de complicações, incluindo tosse persistente, dispneia e queda no ganho de peso.

A infecção predispor os animais a outras doenças bacterianas, aumentando a severidade dos sintomas e os prejuízos financeiros. A pneumonia enzoótica, em particular, é conhecida por reduzir o ganho diário de peso em até 33% e elevar os custos de produção em cerca de 10%.

O Circovírus Suíno tipo 2 (PCV2), por sua vez, é associado à circovirose suína, afetando suínos de todas as idades e manifestando-se através de uma variedade de sintomas, desde respiratórios até falhas reprodutivas. Este patógeno compromete o sistema imunológico dos suínos, deixando-os mais vulneráveis a infecções secundárias e resultando em perdas significativas para a suinocultura.

Já o Actinobacillus pleuropneumoniae é o causador da pleuropneumonia suína, uma doença caracterizada por broncopneumonia necrosante e hemorrágica. Essa patologia representa um dos maiores desafios para a indústria, com surtos de cepas virulentas podendo resultar em morbidade superior a 50% e mortalidade entre 1 a 10%.

A identificação precoce dessas doenças é crucial, demandando acompanhamento clínico rigoroso e testes laboratoriais específicos. Segundo Marcio Dahmer, médico-veterinário e gerente de marketing da Ceva Saúde Animal, o monitoramento da saúde dos suínos é uma ferramenta chave para o diagnóstico proativo, permitindo a implementação de estratégias de manejo e controle mais eficazes.

Para combater esse cenário, o especialista destaca a importância da implementação de medidas de biosseguridade, uso de vacinas e monitoramento constante da saúde animal. Com estratégias de manejo adequadas, é possível minimizar a incidência dessas doenças e seus impactos, garantindo uma produção suína mais eficaz e sustentável. A luta contra as doenças respiratórias na suinocultura brasileira, portanto, é um esforço contínuo que exige atenção e adaptação constantes por parte dos produtores.

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