Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,93 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,87 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,20 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,42 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,53 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,73 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 141,81 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 154,39 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,09 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,74 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.457,55 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.355,06 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,21 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 162,73 / cx
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Mercado de trabalho no agro

Agro do Espírito Santo recorre a estrangeiros para suprir falta de mão de obra

Avicultura e suinocultura no ES ampliam contratações fora do país e já contam com cerca de 300 trabalhadores imigrantes

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Agro do Espírito Santo recorre a estrangeiros para suprir falta de mão de obra

Dados da Associação dos Avicultores do Espírito Santo (Aves) e da Associação dos Suinocultores do Espírito Santo (Ases) mostram que a avicultura e a suinocultura capixabas passaram a contratar trabalhadores estrangeiros para enfrentar a escassez de mão de obra. Venezuelanos lideram a presença nas granjas e agroindústrias do estado, mas há também profissionais vindos de países como Cuba, Bolívia e até da Tunísia. Diante da dificuldade de contratação local, empresas têm recorrido a essa alternativa para manter as atividades no campo.

Atualmente, os dois segmentos empregam cerca de 300 estrangeiros, o que representa até 1,5% dos aproximadamente 20 mil postos diretos gerados pela cadeia produtiva no estado. O levantamento abrange 45% das granjas e agroindústrias de suínos, frangos e ovos.

Os trabalhadores imigrantes já ocupam funções relevantes tanto nas granjas quanto nas indústrias e, embora o percentual ainda seja pequeno no total, há empresas em que eles chegam a representar até 20% do quadro de funcionários. Em alguns casos, a produção já depende diretamente dessa mão de obra.

Entre os estrangeiros, 82% são venezuelanos, 13% cubanos, 2% bolivianos e 1% tunisianos. O setor também tem absorvido trabalhadores de outros estados brasileiros. Cerca de 8% da mão de obra vem de fora do Espírito Santo, com destaque para a Bahia, que responde por 26% desse grupo. Na sequência aparecem Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e Pará. Ao todo, profissionais de 18 estados atuam na atividade no território capixaba.

Segundo as entidades, a chegada desses trabalhadores ajuda a sustentar uma cadeia considerada estratégica para a economia regional, que envolve não apenas granjas e frigoríficos, mas também transporte, produção de ração, embalagens e comércio em diversas cidades do interior. O movimento marca uma mudança no estado, que historicamente registrava saída de trabalhadores, e passa a enxergar a imigração como alternativa para enfrentar o déficit de mão de obra, especialmente no setor de proteína animal.

Fonte: Folha do ES, com dados da Aves e Ases

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