Em algumas praças, preços registrados do animal vivo estão abaixo do custo de produção
Janeiro encerra com queda na comercialização do animal vivo

O final de janeiro não está nada animador para os suinocultores que, preocupados com a especulação do mercado, amargam preços abaixo do custo de produção. Pesquisadores observam que a demanda tem ficado abaixo das médias desde dezembro, o que pressiona os valores.
De acordo com a Associação Paulista de Criadores de Suínos (APCS), o mercado paulista teve queda nas cotações do suíno vivo desta semana, definindo em R$ 67@ a R$ 71@ (3,57 a R$ 3,79/kg vivo ante R$ 3,73 a R$ 3,84/kg vivo).
A Bolsa de Suínos de Minas Gerais também registrou queda nos valores do suíno vivo esta semana, após semanas de manutenção de valores. Segundo dados da Associação dos Suinocultores do Estado de Minas Gerais (ASEMG), a definição da bolsa foi para o valor de R$ 3,80 kg/vivo ante R$ 4,20 kg/vivo registrados nas ultimas semanas.
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Para o mercado gaúcho as quedas foram de R$ 0,06 em relação à semana passada, com valores sendo cotados em R$ 3,59/kg vivo ante R$ 3,65, os dados são da Associação de Criadores de Suínos do Rio Grande do Sul (ACSURS).
Em Santa Catarina, os valores do mercado de suínos foram fechados em R$ 3,50/kg vivo, uma queda de R$ 0,30 ante os valores de R$ 3,80, segundo a Associação de Criadores de Suínos de Santa Catarina. Para o Paraná, a queda de valores foi de R$ 0,05, fechando a semana em R$ 3,50/kg vivo ante o valor de R$ 3,75/kg vivo registrados na semana passada, segundo os dados da Associação Paranaense de Suinocultores (APS).
Em Mato Grosso, as cotações foram definidas em R$ 3,36/kg vivo, registrando queda nos valores frente aos RR$ 3,55 registrados na semana anterior, segundo os dados da Associação de Criadores de Suínos do Mato Grosso (Acrismat).





















