Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,24 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 147,67 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 153,90 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,25 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,31 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,46 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,66 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,58 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,62 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,07 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,98 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,79 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,40 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.538,46 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.454,59 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,63 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Projeto “valida” no país a fiscalização municipal e estadual de alimentos

Intenção é permitir que produtos de origem animal possam ser vendidos em todo o Brasil mesmo se tiverem só o selo de inspeção do estado ou cidade

Projeto “valida” no país a fiscalização municipal e estadual de alimentos

Em projeto de lei em tramitação na Câmara dos Deputados visa permitir a comercialização em nível nacional de produtos de origem animal que contenham carimbo de qualquer serviço de inspeção. Na prática, a permissão, válida apenas com o SIF, federal, será estendida aos estabelecimentos que tiverem passado pela fiscalização municipal ou estadual.

O texto, do deputado Hiran Gonçalves (PP-RR) altera decreto-lei de 1969. Na justificativa, o parlamentar diz que sua intenção é atualizar a legislação vigente. E que a mudança evitará a apreensão e inutilização de alimentos que estão adequados ao consumo humano só porque estão fora do local onde foram regularizados.

“Isso permitirá, do ponto de vista da vigilância sanitária, a circulação nacional desses produtos, desde que possuam o “selo” de qualquer um dos serviços de inspeção de órgão de agricultura, seja municipal, estadual ou federal. A consequência prática é que a ação da vigilância sanitária será baseada no controle do risco intrínseco aos produtos”, diz o deputado.

Ao propor a mudança, o parlamentar parte do princípios de que os critérios de avaliação, do ponto de vista da vigilância sanitária, são os mesmos, independentemente da esfera administrativa à qual pertence a autoridade. Argumenta também que é preciso definir expressamente as atribuições da dos fiscais sanitários no processo de fiscalização.

De acordo com a Agência Câmara, o projeto tramita em caráter conclusivo nas comissões de Agricultura e de Constituição e Justiça. Se aprovado nos dois colegiados, não precisará ser votado em plenário.

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