Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,77 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,82 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,55 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,88 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,08 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,54 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,78 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,76 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,76 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.489,65 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.358,79 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 151,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,05 / cx
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Empresa

Globoaves vai suspender quase 1,8 mil contratos de trabalho temporariamente

Falta de ração, desencadeada pela dificuldade da aquisição de milho, que está escasso no mercado, obrigou o frigorífico a fazer um acordo com o Sintiacre

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A partir da próxima segunda-feira (27/06), o frigorífico Globoaves, que tem sede em Cascavel, no Oeste do Paraná, vai suspender 1,8 mil contratos de trabalhadores por até 90 dias e parar temporariamente o abate de frango. A falta de ração, desencadeada pela dificuldade da aquisição de milho, que está escasso no mercado, obrigou o frigorífico a fazer um acordo com o Sintiacre (Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Alimentação de Cascavel e Região) e evitar demissões. Atualmente, a saca 60 kg de milho está custando R$ 45.

Procurada, a Globoaves confirmou o acordo, mas informou que não vai se manifestar sobre a questão. Já o Sintiacre diz que o acordo foi costurado nos últimos três meses. Segundo Marcos Antonio Velasco, relações públicas do sindicato, a empresa alegou que não está passando por dificuldades financeiras e que o problema foi gerado pela crise do milho e farelo, principais insumos da ração.

Pelo acordo, a cada 30 dias, a empresa vai disponibilizar 60 horas de curso para os funcionários que terão seus contratos suspensos. A expectativa é de que em 40 dias um turno retome o abate. Os trabalhadores não perderão benefícios como auxílio-alimentação e plano de saúde. A única mudança é que durante esses três meses os funcionários receberão seus salários do governo federal, nos mesmos moldes do seguro-desemprego. O acordo prevê ainda que assim que terminar a suspensão dos contratos os trabalhadores terão estabilidade e não poderão ser demitidos nos próximos três meses.

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