Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,35 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,75 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,72 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,73 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 163,60 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.562,68 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.468,08 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,63 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,46 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Infraestrutura

Empresários elogiam plano de concessões, mas veem entraves

Questão ambiental, taxa de retorno e crédito são apontadas como pendências.

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Empresários elogiam plano de concessões, mas veem entraves

“Só não ter um Arno Augustin por trás do plano já é um grande avanço.” O comentário, do presidente da CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção Civil), José Carlos Martins, sintetiza o sentimento de alívio do empresariado pela ausência do ex-secretário do Tesouro Nacional na formulação do novo plano de concessões.

No primeiro mandato de Dilma, Arno era apontado pelo setor privado como o principal responsável pelas regras intervencionistas do programa de concessões lançado em 2012. Um exemplo foi o tabelamento da taxa de retorno de investimentos, que atrasou os projetos e inviabilizou a maior parte deles.

“O plano, em sua concepção, é um avanço. A presidente Dilma melhorou muitos aspectos da fase anterior, que tinha regras que dificultavam a viabilização dos projetos”, afirmou Martins.

O lançamento do novo plano de concessões reuniu no Planalto empresários da indústria, de empresas de concessões e dirigentes de entidades da construção.

Não estiveram os donos e os presidentes das maiores empreiteiras do país, como Odebrecht, Andrade Gutierrez, Camargo Corrêa e OAS. Todas são citadas na Lava Jato e devem disputar os principais leilões, além de participar das obras de rodovias, aeroportos, portos e ferrovias.

Apesar dos elogios, o empresariado considera que agora começa a fase mais crucial do programa.

“O programa é muito bom na sua modelagem, mas temos de superar alguns entraves, ainda não solucionados, como o ambiental e o indígena”, disse o vice-presidente da Abid (Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base), Ralph Terra.

Martins e Terra lembraram ainda que será preciso decidir com o governo regras sobre a taxa de retorno dos investimentos e as garantias. Com o cenário atual mais adverso, acrescentam, o crédito está mais caro.

Dinheiro estrangeiro

Durante o evento, dirigentes de bancos de investimento disseram que, para financiar o programa, o melhor caminho será buscar investidores estrangeiros e empresas internacionais da área de construção civil.

Segundo eles, o Brasil está barato e há um apetite de investidores por parcela importante dos projetos lançados nesta terça (9), principalmente aeroportos e rodovias.

No caso de ferrovias, empresários e investidores têm dúvidas sobre a viabilidade dos projetos. Principalmente a ferrovia Bioceânica.

O comentário é que o projeto da ferrovia, que seria de interesse dos chineses, deve ser o trem-bala do novo programa. O trem ligando Campinas, SP e Rio não saiu do papel, apesar das apostas de Dilma na execução.

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