Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 64,94 / kg
Soja - Indicador PRR$ 134,11 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 141,02 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 8,40 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 5,23 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 5,61 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 4,85 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 4,98 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 4,97 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 134,50 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 135,49 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 146,67 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 149,13 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 128,37 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 141,66 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,27 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,28 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.399,86 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.307,53 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 147,15 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 134,08 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 138,92 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 150,67 / cx
Destaque Todas Páginas
Artigo

A missão da Faesc e os novos desafios do agronegócio – por José Zeferino Pedrozo

O produtor rural quer preço justo para sua produção. Leia artigo.

Compartilhar essa notícia
A missão da Faesc e os  novos desafios do agronegócio – por José Zeferino Pedrozo

Assumimos nesta sexta-feira mais um período no comando da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina. Em face da natureza da atividade agrícola e pecuária, o principal papel da Faesc é a defesa política do setor primário da economia e a proteção econômica da classe rural. No Brasil e no mundo inteiro, a agricultura é um segmento fragilizado que requer proteção política, econômica e institucional. Em nosso país o setor tornou-se competitivo e conquistou mercados importantes, mas, mesmo assim, requer proteção porque sofre concorrência desleal de outros países que gastam bilhões de dólares em subsídios aos seus agricultores.

Atualmente, o ambiente econômico do agronegócio é marcado pela evolução resultante da introdução de técnicas aprimoradas, a ausência de salvaguardas contra os subsídios externos, o excessivo liberalismo nas importações, os custos internos e a falta de mecanismos eficientes de apoio ao beneficiamento e à comercialização da produção, somada a um conjunto de outros fatores.
 
O produtor rural quer preço justo para sua produção. Para isso, precisamos trabalhar em duas pontas. Em uma extremidade, ajudá-lo a ser eficiente e competitivo e, para isso, são necessários recursos financeiros das linhas de crédito rural suficientes e no prazo certo, assistência técnica de qualidade, programas de estímulo, tipo troca-troca de sementes, etc. Nesse aspecto, os juros cobrados no Brasil ainda são elevados. De outro lado, precisamos aperfeiçoar os mecanismos de comercialização e de intervenção no mercado, missão que as cooperativas perseguem incessantemente.
 
Hodiernamente podemos afirmar que o produtor rural catarinense está preparado para os desafios da economia globalizada e tem todas as ferramentas e oportunidades de qualificação. É essencial perseverar na capacitação da família rural, tarefa que o Senar vem realizando com muito sucesso; e manter a diversificação de atividades, buscando em todas elas o aumento da produtividade. O leite é um exemplo positivo, pois vem garantindo renda mensal ao produtor e evitando o êxodo rural. Somente em 2014 investimos, através do Senar/SC cerca de 15 milhões de reais em formação profissional rural e outras ações para formar, qualificar e requalificar mais de 150 mil produtores, trabalhadores rurais e seus familiares. Todo esse esforço instrucional é absolutamente gratuito para o produtor.
 
Podemos, hoje, festejar um avanço importante: a sociedade brasileira melhorou sua percepção sobre o universo rural e o percebe como setor essencial da economia nacional,  entrando na pauta geral de preocupações da sociedade brasileira. Há décadas, normas ambientais equivocadas e divorciadas da realidade inviabilizavam as atividades agropecuárias e provocavam êxodo rural. Por isso, a Faesc defendeu a criação de uma legislação ambiental de amplitude estadual, coerente com a estrutura fundiária de cada Estado, como o fez Santa Catarina em 2009, dando um exemplo ao país e sensibilizando o Congresso Nacional que reviu e reeditou o Código Florestal.

José Zeferino Pedrozo
Presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de SC (Faesc)

Assuntos Relacionados produção
Mais lidas
Cotação
Fonte CEPEA
  • Milho - Indicador
    Campinas (SP)
    R$ 64,94
    kg
  • Soja - Indicador
    PR
    R$ 134,11
    kg
  • Soja - Indicador
    Porto de Paranaguá (PR)
    R$ 141,02
    kg
  • Suíno Carcaça - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 8,40
    kg
  • Suíno - Estadual
    SP
    R$ 5,23
    kg
  • Suíno - Estadual
    MG
    R$ 5,61
    kg
  • Suíno - Estadual
    PR
    R$ 4,85
    kg
  • Suíno - Estadual
    SC
    R$ 4,98
    kg
  • Suíno - Estadual
    RS
    R$ 4,97
    kg
  • Ovo Branco - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 134,50
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Branco
    R$ 135,49
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 146,67
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 149,13
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 128,37
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 141,66
    cx
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 7,27
    kg
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 7,28
    kg
  • Trigo Atacado - Regional
    PR
    R$ 1.399,86
    t
  • Trigo Atacado - Regional
    RS
    R$ 1.307,53
    t
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 147,15
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Santa Maria do Jetibá (ES)
    R$ 134,08
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Recife (PE)
    R$ 138,92
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Recife (PE)
    R$ 150,67
    cx

Relacionados

AI – Edição 1344
SI – Edição 329
AI – 1343
SUINOCULTURA 328
Anuário AI – Edição 1342