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Reestruturação da Novartis no Brasil atinge só área animal

A reestruturação dos negócios da farmacêutica suíça Novartis – anunciada globalmente ontem pela empresa – terá efeito reduzido nas operações no Brasil.

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Reestruturação da Novartis no Brasil atinge só área animal

A reestruturação dos negócios da farmacêutica suíça Novartis – anunciada globalmente ontem pela empresa – terá efeito reduzido nas operações no Brasil. A venda do braço global de vacinas da companhia para a britânica GlaxoSmithKline (GSK) não vai incluir a fábrica de biotecnologia que está sendo construída em Pernambuco. Por outro lado, a unidade de saúde animal, em Barueri (SP), faz parte da venda da área para a americana Eli Lilly. “A fábrica de Pernambuco é muito estratégica para a empresa no Brasil”, afirmou uma fonte próxima ao assunto.

Seguindo uma sinalização já dada pelo executivo-chefe da companhia, Joe Jimenez, desde o ano passado, ontem a Novartis informou uma ampla reorganização de seus negócios em escala global. A estratégia da multinacional é diminuir a ampla oferta de produtos – pela qual a empresa sempre foi conhecida – e voltar seus esforços para os mercados de maior margem, em que a companhia tem maior relevância.

A Novartis anunciou a venda da sua área de vacinas da para a GSK – excluindo as vacinas para gripe -, por um valor inicial de US$ 5,25 bilhões, que pode chegar a US$ 7,1 bilhões, incluindo royalties. E disse que vai colocar a venda também seus negócios de vacina contra gripe.

A britânica, no entanto, não levará este negócio no Brasil. De grande relevância para a subsidiária brasileira, a área de vacinas está recebendo investimentos que somam US$ 500 milhões. Os recursos estão sendo direcionados para a construção da nova unidade em Jaboatão dos Guararapes (PE). Com perspectivas de ser concluída ainda neste ano, a fábrica vai produzir, em um primeiro momento, vacinas para imunização contra a meningite B. Mas o plano da empresa é que a fábrica seja ampliada, para abrigar medicamentos biossimilares e, no futuro, biológicos.

No anúncio de ontem, a Novartis informou ainda a venda de sua divisão de produtos veterinários para a americana Eli Lilly por US$ 5,4 bilhões. No Brasil, a empresa tem apenas uma unidade pequena nesta área, que representa 5% do faturamento local. Em Barueri (SP), a fábrica tem cinco funcionários e está incluída na negociação com a americana.

A saída da subsidiária da área de saúde animal se soma ao fim da produção de alguns medicamentos no Brasil. Em março, a Novartis já tinha anunciado a transferência da unidade de medicamentos maduros (de prescrição médica) de Taboão da Serra (SP) para o laboratório nacional União Química.

Deste modo, no país, continuarão sobre o controle da Novartis – além da unidade em construção em Pernambuco – a fábrica de genéricos da Sandoz em Cambé (PR), a de insumos para medicamentos em Resende (RJ), e a fábrica de produtos oftalmológicos (Alcon), em São Paulo.

“Globalmente, é um novo grupo Novartis que está surgindo”, afirmou a mesma fonte que não quis se identificar. O anúncio de ontem envolveu ainda um acordo para a compra da área de oncologia da GSK pela Novartis, pelo valor de US$ 16 bilhões. Jimenez já havia mencionado este segmento como estratégico para a suíça. Segundo informou a GSK em nota, a empresa, no entanto, continuará pesquisando novos medicamentos nesta área e terá na Novartis sua parceira preferencial na comercialização deles.

“O que tem acontecido nesta indústria é um foco em rentabilidade: as empresas selecionam o que fazem de melhor, ao invés de optarem por ter um portfólio abrangente. Assim, maximizam os investimentos e reduzem os custos de produção”, afirmou Leonardo Giusti, sócio da KPMG.

A Novartis e a GSK anunciaram ontem, por fim, a formação de uma joint venture em medicamentos sem prescrição médica (OTC, na sigla em inglês). A GSK deterá participação de 63,5% na nova empresa – que será uma das maiores do mundo no segmento, com receita total de a US$ 10,17 bilhões (valores pró-forma de 2013).

“Com estas reestruturações, diminui o número de players por classe terapêutica”, afirmou Eliane Kihara, sócia da PwC Brasil.

Este novo desenho da multinacional deverá ser traçado a partir de meados do ano que vem, quando a maior parte dos acordos anunciados ontem deverão estar concluídos. Enquanto a Novartis tem faturamento global de US$ 57,9 bilhões, a GSK tem receita de US$ 40 bilhões. Até o fechamento desta edição, a Novartis e a GSK no Brasil não tinham se pronunciado sobre o assunto.

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