As inspeções já começaram e continuam na próxima semana nas granjas onde os animais vão ser abatidos já a partir do dia 15/01
Agrodefesa de GO inspeciona suínos para exportação ao mercado chinês

A Agrodefesa acaba de realizar a primeira reunião entre seus técnicos em Rio Verde e fiscais do Ministério da Agricultura. No encontro foram repassadas informações para o início das inspeções de granjas de abate de suínos com destino à exportação para o mercado chinês. As inspeções começam imediatamente e continuam na próxima semana nas granjas onde os animais vão ser abatidos já a partir do dia 15. A previsão do gerente de Sanidade Animal da Agrodefesa, Antônio Amaral, é de que a carne seja exportada a partir do dia 23 deste mês. A ausência de ractopamina na alimentação dos animais foi um dos requisitos para a consquista do mercado asiático. Esta é a primeira vez que a China importa suínos de Goiás.
A medida adotada pelo governo russo incluiu apenas unidades de abate e processamento de suínos e aves, mas a expectativa é que a restrição também seja levantada para a indústria de carne bovina.
“Temos sinalização positiva, mas nenhuma definição ainda”, disse Liège Vergili Nogueira, gerente de projetos da Abiec (Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne).
Leia também no Agrimídia:
- •Sem luz na infância, hoje à frente de um império de R$ 2,4 bilhões: a mulher que comanda gigante da carne suína em Santa Catarina
- •Peste Suína Africana avança na Catalunha e acende alerta sanitário em Barcelona
- •APCS completa 59 anos fortalecendo a suinocultura paulista e ampliando mercados para a carne suína brasileira
- •Mercado de carne suína na Rússia enfrenta queda de preços diante do aumento das importações
A indústria de carne bovina foi a que sofreu menor impacto com a restrição imposta pelo órgão sanitário russo, uma vez que conseguiu cobrir a demanda da Rússia com a produção de outros Estados liberados para exportar.
A Rússia é o principal destino para a carne bovina brasileira e a perda de participação após o embargo foi pequena, passando de 24 por cento em 2010, para 22 por cento registrados no período acumulado até novembro.





















