Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 67,05 / kg
Soja - Indicador PRR$ 122,92 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 129,14 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 8,47 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 5,33 / kg
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Suíno - Estadual PRR$ 4,71 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 4,89 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 4,86 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 146,86 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 146,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 167,42 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 165,23 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 139,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 156,40 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,16 / kg
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Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.343,41 / t
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Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 170,66 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 143,00 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 155,06 / cx
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Qualidade

Produtores apostam no Selo Suíno Paulista para garantir qualidade

Zelar pela qualidade das granjas e, automaticamente, beneficiar o seu consumidor final é um dos anseios do Selo Suíno Paulista.

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Produtores apostam no Selo Suíno Paulista para garantir qualidade

Zelar pela qualidade das granjas e, automaticamente, beneficiar o seu consumidor final é um dos anseios do Selo Suíno Paulista, projeto estadual que certifica a origem e garante as condições primordiais para suínos nascidos, criados, terminados e abatidos em São Paulo.

O selo contempla diversos aspectos, dentre eles cuidados com o processo produtivo, aspectos éticos (preservação ambiental, segurança do trabalho e evitar mão de obra infantil) envolvidos nas diferentes etapas, desde o nascimento até o transporte do animal para o abate.

A genética contribui para aquisição do selo garantindo alguns resultados zootécnicos mínimos exigidos pela certificação, tais como um peso mínimo ao nascimento de 1,4 kg e um peso médio no abate de 85 a 120 kg, com idade variando de 147 a 181 dias.

Além disso, tal certificação possui diretrizes ambientais, sociais e sanitárias capazes de elevar a eficiência produtiva e gerencial das granjas, trazendo inúmeros benefícios relacionados à garantia de qualidade do produto e à rastreabilidade, o que consequentemente aumenta a confiança do mercado.

Em um mercado consumidor cada vez mais consciente e exigente, acredita-se que as granjas certificadas passarão a ser mais prestigiadas pelo consumidor interno e externo, agregando valor ao produto. O produtor Antônio Ianni realiza auditoria em sua granja e sua expectativa é de que, com o selo suíno paulista, sua granja possa aumentar sua produtividade e ficar mais organizada, minimizando custos ou prejuízos. Ele acredita que até julho consiga a certificação.O produtor Matheus Bressiani também realiza auditoria em sua granja. “Com o selo, além de uma boa organização na granja, vamos conseguir deixar as regras mais claras aos funcionários e almejar um mercado diferenciado, mostrando a qualidade do produto e agregando valor”. Ele prevê que dentro de dois a três meses possa conseguir o selo.

O criador Carlos Alberto Cunha, que já obteve o selo de certificação, diz que uma das vantagens é organizacional dentro da granja. “Os funcionários estão mais envolvidos com o processo, cada um sabe o porquê de cada detalhe que tem na granja, cada produto usado, até a papelada ficou mais organizada. Agora, quanto ao mercado, ainda não consegui convencer meu comprador a pagar alguma coisa a mais por ter o selo suíno, mas, se houver mais gente com o selo, acredito que o mercado pagará mais”.

O selo trará aos produtos suínos maior agregação de valor como nossa meta principal”, destaca o presidente da APCS, Valdomiro Ferreira Júnior. “Vários tópicos constam da normatização para a estabelecimento do selo, como rastreabilidade, alimentação, bem-estar animal e tratamento de dejetos, entre outros”. Segundo ele, o selo levará aos consumidores garantias totais da produção da carne suína produzida no estado de São Paulo. “São normas rigorosas, pois privilegiamos a qualidade em detrimento à quantidade de granjas aptas a receberem o selo”.

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