Alimentos sobem e pressionam inflação da baixa renda em março. Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1 ficou em 0,80%.
Mais caro
O IPC-C1 (Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1), usado para medir o impacto dos preços sobre as famílias com renda mensal entre um e 2,5 salários mínimos (R$ 545 e R$ 1.362,50), ficou em 0,80% em março, avançando em relação a fevereiro – quando apontou aumento de 0,32%. Os preços dos alimentos tiveram a principal influência. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (6) pela FGV (Fundação Getulio Vargas).
Dentro do grupo alimentação – que teve alta de 1,51% no mês passado, contra leve alta de 0,05% um mês antes -, os preços que mais subiram foram hortaliças e legumes (3,05% para 7,78%).
Além dos alimentos, outros três grupos tiveram alta – vestuário; saúde e cuidados pessoais; e educação, leitura e recreação -, com destaque para roupas, artigos de higiene e cuidado pessoal e excursão e tour.
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Já os preços da tarifa de ônibus urbano e do cigarro pararam de subir e o aluguel residencial teve alta menor que a vista um mês antes.





















