Estudo revela que rebanho baiano está livre da peste suína, diz diretor da Adab. Bahia conta com 55 granjas de suínos tecnificadas.
Bahia sem peste suína

Estudo realizado pelo Ministério da Agricultura, em novembro do ano passado, sobre a incidência da peste suína clássica no Brasil – e ainda não divulgado – constatou que, apesar do baixo índice de tecnificação das granjas de suínos na Bahia e dos problemas sanitários relacionados à suinocultura de subsistência, o rebanho baiano está livre da enfermidade.
Quem antecipa o resultado, que contribui para o reconhecimento do Estado como exportador de carne suína e tranquiliza o consumidor baiano, é o diretor de Defesa Sanitária Animal da Agência Estadual de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), Rui Leal.
“Temos 55 granjas tecnificadas em todo o Estado, e muitos produtores ainda pecam nos critérios de biossegurança. Mesmo assim, nosso rebanho está livre da doença, o que facilita a exportação de carne suína”, comemora o diretor da Adab.
Leia também no Agrimídia:
- •Chicago: Clima nos EUA e dados de biocombustíveis puxam grãos para baixo em dia de correção técnica
- •Peste Suína Africana ressurge na Alemanha e quebra trégua de erradicação na fronteira polonesa
- •Custo do suíno recua em SC, mas alta dos grãos em julho esmaga margem do produtor paulista
- •México intensifica fiscalização em fronteiras e aeroportos para barrar a Peste Suína Africana
Para o presidente da Associação Baiana de Suinocultura (ABS), Marcelo Correa, a tecnologia agregada à produção da carne suína tem profissionalizado grande parte das granjas, que contam com baias acimentadas, equipamentos automatizados para alimentação dos animais, água potável e assistência veterinária permanente.
“Hoje, o principal gargalo da cadeia é a industrialização. Por isso temos oferecido treinamentos para qualificar o corte da carne suína e a produção de embutidos”, afirma Correa.























