Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 72,10 / kg
Soja - Indicador PRR$ 122,28 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 129,36 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,17 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,76 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,68 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,66 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,80 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 182,51 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 200,46 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 207,25 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 223,39 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 173,72 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 201,21 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,03 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,04 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.223,46 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.091,17 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 224,93 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 196,13 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 187,56 / cx
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Grãos no Paraná

Safra de grãos de verão do Paraná recupera volume de produção e de preços aos produtores.

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Grãos no Paraná

A safra de grãos de verão e inverno 2009/10 atingiu o volume de 32,6 milhões de toneladas, recolocando o Paraná no primeiro lugar do ranking nacional da produção agrícola. O resultado é um dos melhores dos últimos 4 anos, beneficiado pelas boas condições climáticas. Nas exportações do agronegócio, o Paraná também se destacou este ano, deslocando-se do quarto para o segundo lugar no ranking nacional, com um uma receita de US$ 9,1 bilhões referente ao volume exportado no período janeiro a novembro deste ano.

Neste ano houve também redução dos custos de produção com a queda dos principais insumos utilizados na agricultura como adubos e fertilizantes.

Para o secretário da Agricultura e do Abastecimento Erikson Camargo Chandoha, mais importante que a recuperação da produção de grãos foi a recuperação dos preços pagos ao produtor. “Assumimos novamente a liderança de grãos no País, mas o que deve ser mais comemorado são os preços praticados pelo mercado, principalmente a partir do segundo semestre quando o produtor passou a ser melhor remunerado pelo seu trabalho”.

Chandoha apontou a recuperação do preço do milho, que estava sendo vendido abaixo do preço mínimo durante o primeiro semestre do ano. Outros produtos importantes como soja, carnes bovina e suína, leite e derivados e também o feijão tiveram uma recuperação importante nos preços este ano, frisou o secretário. “Leite e derivados, inclusive, tiveram recuperação nos preços em plena safra, o que é uma situação inédita e nunca tinha acontecido”, lembrou.

Com essa recuperação nos preços, o Paraná se destacou como segundo maior exportador do agronegócio, perdendo só para o estado de São Paulo que entre janeiro e novembro de 2010 acumulou o valor de US$ 17,6 bilhões em exportações. Este ano o Estado está exportando mais soja, carnes, café, milho e produtos do setor sucroalcooleiro. Com isso avançou de uma participação de 12,4% para 13% até novembro de 2010 na pauta de exportações brasileiras do agronegócio.

Para o secretário a tendência aponta que a recuperação no volume de produção e dos preços deve continuar em 2011. As condições climáticas permanecem favoráveis e o mercado externo e interno está comprando. A única preocupação – acentuou – é com relação ao trigo onde os preços praticados não estão remunerando o produtor.

“Neste final de mandato, estamos dando uma atenção especial à safra de trigo que atingiu uma produção de 3,37 milhões de toneladas no Paraná, o maior volume já produzido no Estado e de melhor qualidade. “O produtor merece uma renda melhor para sua atividade, mas o trigo não foi contemplado com a recuperação dos preços e essa é sua verdadeira preocupação”, disse o secretário.

Segundo Chandoha, a Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (Seab) está reivindicando junto ao Governo federal uma política para o trigo, que contemple o reajuste do preço mínimo do grão, o apoio e disponibilização de instrumentos de garantia de preços e de comercialização através do Prêmio de Escoamento da Produção – PEP e ainda a busca de salvaguardas contra as importações de trigo.

PROGRAMAS – O Departamento de Economia Rural (Deral) que faz o acompanhamento da safra agrícola no Paraná desempenhou programas importantes que contribuíram para o aumento da produção de alimentos e proteínas no Estado. Entre eles está o programa Fundo de Aval, Trator Solidário e de Subvenção ao Trigo.

Segundo o diretor do Deral, Francisco Carlos Simioni, no período 2007 a 2010 foram financiados cerca de 6550 tratores em praticamente todos (399) municípios paranaenses. Foram aplicados cerca de R$ 315 milhões em recursos do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e os financiamentos aos produtores foram feitos em equivalência produto, operações garantidas pelo Tesouro do Estado com bônus/equivalência no valor de R$ 4,5 milhões em recursos do Fundo de Desenvolvimento Econômico (FDE/Tesouro do Estado) para os próximos 8 anos.

No programa Fundo de Aval foram realizadas 13 mil operações de aval ao pequeno produtor no período de 2005 a 2010, que possibilitou o financiamento de R$ 95 milhões em recursos do Pronaf. Sem esse aval, os produtores contemplados não teriam como acessar a linha de crédito junto aos bancos por falta de patrimônio.

Segundo Simioni, existe em caixa atualmente R$ 3 milhões em conta específica do Fundo de Aval, que poderão avalizar R$ 30 milhões em novos investimentos. Os recursos são do Fundo de Desenvolvimento Econômico (FDE/Tesouro do Estado).

O programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural do Trigo foi criado em 2009 com o objetivo de alavancar a produção de trigo no Paraná, dando maior competitividade, redução de custos e melhoria de qualidade. O programa beneficiou 2.700 triticultores com o pagamento de R$ 3,9 milhões em subvenção de prêmios.

Atualmente existe em caixa cerca de R$ 2,8 milhões para subvenção de prêmios em 2011, também em recursos do FDE/Tesouro do Estado.

Simioni atribuiu o sucesso dos programas às parcerias estabelecidas com a Agência de Fomento do Paraná, ao Banco do Brasil, ao BRDE – Sicredi e Cresol e Instituto Emater-PR, todos trabalhando com um objetivo comum para a viabilidade dos programas de forma sustentável.

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  • Milho - Indicador
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