Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,77 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,82 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,55 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,88 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,08 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,54 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,78 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,76 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,76 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.489,65 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.358,79 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 151,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,05 / cx
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Economia

Preços de alimentos seguram alta da inflação na terceira prévia de abril

O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) atingiu 0,58% na terceira prévia de abril.

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O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) atingiu 0,58% na terceira prévia de abril, segundo levantamento do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas( FGV). A variação ficou abaixo da taxa anterior (0,70%) e é o menor resultado desde a terceira semana de março.

Dos sete grupos pesquisados, dois apresentaram redução no ritmo de alta, três registraram avanço e dois tiveram deflação. Segundo a pesquisa, a desaceleração de preços dos alimentos, cuja taxa passou de l,59% para 1,12%, foi a principal contribuição para o resultado do IPC-S. Entre os itens que mais se destacaram estão as frutas (de 7,07% para 4,36%) e as hortaliças e legumes (de 6,79% para 5,12%).

Em habitação, a taxa subiu 0,33%, ligeiramente abaixo da anterior (0,34%), com destaque para o custo na contratação de serviços domésticos (de 1,75% para 1,41%).

No período, foram constatadas quedas nos grupos educação, leitura e recreação (de -0,12% para -0,19%), sob influência da redução de preços das passagens aéreas (de -8,95% para -12,43%), e transportes (de -0,12% para -0,17%), provocada pela redução da taxa referente a álcool (de -2,92% para -3,62%).

Já os três grupos que apresentaram altas foram vestuário, com variação de 0,44%, ante 0,39%, saúde e cuidados pessoais, com 0,85%, ante 0,76%, e despesas diversas, com 1,81%, ante 1,37%.

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