Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,19 / kg
Soja - Indicador PR R$ 153,81 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,73 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,78 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,74 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,74 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.473,16 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.358,79 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 151,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,05 / cx
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Abate de avestruzes em MS

Começou a funcionar em Mato Grosso do Sul um frigorífico para processar a carne de avestruz. O Estado tem nove mil aves e o abate mais perto das propriedades representa economia para os criadores.

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Redação AI (25/06/07) – Os futuros filhotes chegam ao incubatório no cair da noite, onde ficam aquecidos dentro de equipamentos.

Os ovos são monitorados por especialistas – é assim por 41 dias. Na hora do nascimento, aqueles que ainda não conseguiram quebrar a casca recebem uma ajudinha. “Os ovos que não abrem sozinhos com 42 dias são abertos por nós para tirar os filhotes. Eles ficam numa temperatura de 35ºC e 40% de umidade”, comenta uma funcionária.

Cada fêmea de avestruz bota, em média, 40 ovos. Para que o avestruz chegue ao ponto de abate são necessários de dez a 14 meses. A alimentação durante esse período é à base de ração.

O criador Manoel Assunção está fazendo o terceiro embarque. O manejo nem sempre é fácil.

Com os olhos vendados, os avestruzes são colocados num caminhão. Dessa forma, os funcionários da fazenda conseguem guiar os animais.

O ideal é abater o avestruz quando a ave está entre 90 e cem quilos. Com a viabilidade do abate no Estado, os produtores querem investir em tecnologia de produção para diminuir os custos e ter mais precocidade. “Nós estivemos na África e vimos que eles estão tentando abater o animal em sete meses, sendo que hoje já abatem com nove meses. Isso faz otimizar, diminuir custo”, diz Manoel.

O abate do avestruz é feito pelo choque elétrico. É mais rápido e não produz sofrimento. As penas são retiradas manualmente. Elas serão utilizadas principalmente no mercado brasileiro na confecção de fantasias, que ainda hoje busca plumas no mercado externo. O Brasil utiliza 40 toneladas por ano.

O couro também é um subproduto da ave. A carne está sendo comercializada no mercado interno nos grandes centros, mas o foco é a exportação.

Até setembro, a expectativa é exportar a carne de avestruz. Hoje o maior exportador é a África do Sul. Por questões sanitárias, o principal comprador – a União Européia – não está mais consumindo a carne de lá. É a hora de o Brasil aproveitar a oportunidade de mercado.

Para começar a exportar só depende da certificação do Plano Nacional de Controle de Resíduos, que é definido pelo Ministério da Agricultura.

Em 2005, o Brasil abateu 1.700 avestruzes. Em 2006, foram 14.300 animais.
 
 

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