Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,39 / kg
Soja - Indicador PR R$ 153,59 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,59 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,81 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,08 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,49 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,58 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,65 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,25 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,02 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,85 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,72 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,94 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,93 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.509,58 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.361,32 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 162,17 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 136,40 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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H1N1

Aves em perigo

FAO teme que a Gripe A (H1N1) passe às aves, após descoberta de perus contaminados no Chile. Medo envolve mutação com gene H5N1.

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A Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO) teme que a gripe A (H1N1) se estenda a criações avícolas de todo o mundo, após a recente detecção do vírus causador da nova gripe em perus no Chile. A entidade explica que a atual cepa do H1N1 é uma combinação de genes humanos, suínos e de aves, que, por enquanto, não é mais letal do que o vírus da gripe sazonal comum. No entanto, a situação poderia se agravar caso o vírus sofresse mutação com o H5N1, o da gripe aviária. “O Chile não tem gripe motivada pelo H5N1. Se o foco tivesse ocorrido no Sudeste Asiático, onde este vírus circula em abundância entre a população avícola, a introdução do vírus da nova gripe teria causado mais motivo de preocupação”, afirma, para a Agência EFE,  o veterinário-chefe interino da FAO, Juan Lubroth.

Para Lubroth, é necessário aumentar a vigilância nos animais e fortalecer os serviços veterinários nos países pobres ou emergentes. “Todos os países devem ser capazes de diagnosticar qualquer problema e deve manter pessoas qualificadas lidando com a situação”, disse. “Além disso, todos devem contar com os recursos adequados para poder responder às emergências”, acrescenta.

Histórico- A FAO confirmou nesta quinta-feira (27/08), em nota à imprensa, que as autoridades chilenas divulgaram na semana passada, no dia 20 de agosto, a presença do vírus H1N1 em perus de duas criações situadas nos arredores da cidade de Valparaíso. Segundo comunicado chileno, a cepa é idêntica à que circula entre a população humana.

No entanto, diz a FAO, a descoberta do vírus em perus não representa uma ameaça imediata para a saúde humana, e a carne de peru processada pode ser comercializada se manuseada de forma higiênica e submetida à inspeção veterinária adequada. “A rapidez das autoridades chilenas diante da descoberta do vírus em perus em informar as organizações internacionais e estabelecer uma quarentena temporária foi sensata do ponto de vista científico”, acredita Lubroth. “Ao permitir que as aves doentes se recuperassem, ao invés de sacrificá-las,  foi possível continuar com a produção e processamento de forma inócua. Os perus não representam nenhum risco para a cadeia alimentar”. concluiu.

– Com informações da Agência EFE.

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