Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,39 / kg
Soja - Indicador PR R$ 153,59 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,59 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,81 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,08 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,49 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,58 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,65 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,25 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,02 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,85 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,72 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,94 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,93 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.509,58 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.361,32 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 162,17 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 136,40 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Legislação

Leis para o campo

Produtor terá programa sobre relações do trabalho na zona rural. GO será o 1º Estado a implantar o programa “Mãos que Trabalham”.

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Com a presença do presidente do Tribunal Regional do Trabalho, Gentil Pio de Oliveira, foi lançado ontem (22/09), na sede da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Goiás (Faeg), o programa Mãos que Trabalham. A iniciativa, de caráter nacional, é patrocinada pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e pelas federações de agricultura.

Goiás será o primeiro Estado a implantar o Mãos que Trabalham, envolvendo inicialmente 30 municípios.

Segundo o presidente da Faeg, José Mário Schreiner, o objetivo da iniciativa é o de capacitar o produtor em relação à legislação trabalhista, com foco principal na Norma Regulamentadora de Segurança e Saúde no Trabalho no Campo (NR n° 31)

Correções
Para José Mário, a partir desse trabalho será possível corrigir falhas nas relações de trabalho no campo, que ocorrem não por má-fé do produtor, mas por deficiência nas informações que detem. “Por desconhecimento, muitas vezes o produtor deixa de cumprir inclusive exigências que são do seu interesse, como o exame de saúde pré-admissional, que é uma garantia para quem emprega”, diz o presidente da Faeg.

O presidente do Tribunal Regional do Trabalho em Goiãs disse não ter dúvida de que o programa Mãos que Trabalham marcará época nas relações trabalhistas no campo.

Segundo Gentil Pio, sabidamente o produtor rural tem grandes dificuldades para cumprir a legislação trabalhista, até mesmo por desconhecer seu conteúdo.

Conforme o presidente do Tribunal Regional do Estado de Goiás, o programa beneficiará o trabalhador, ensejando maior justiça social, e o empregador, melhorando a produtividade de seu estabelecimento com uma maior profissionalização da mão-de-obra empregada.

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