A senadora atacou a omissão da agência no caso do herbicida 2,4-D, afirmando que a equivocada manifestação do Ministério Público em relação ao herbicida foi consequência de uma “crônica paralisia” da Anvisa.
Anvisa não vem cumprindo seu papel legal, diz Kátia Abreu
Ao comemorar a decisão da Justiça de manter uso do herbicida 2,4-D, a presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), senadora Kátia Abreu, atacou a omissão da Agência Nacional de Vigilância Sanitária no caso. “A Anvisa simplesmente não vem cumprindo seu papel legal”, disparou ela em discurso na Tribuna do Senado.
No entender da presidente da CNA, a equivocada manifestação do Ministério Público em relação ao herbicida foi consequência de uma “crônica paralisia” da Anvisa. Isso porque a autarquia teve prazo – de 2006 até agora – para reavaliar os produtos usados no combate às pragas que contém o herbicida 2,4-D, mas não “tomou nenhuma iniciativa e ninguém sabe as razões dessa grave omissão”, relatou.
A senadora destacou a decisão “lúcida e sensata da Justiça Federal”. “Se a suspensão do uso do herbicida tivesse sido aprovada, seria praticamente impossível manter os atuais níveis de produção e produtividade do setor agrícola brasileiro, além de encarecer o custo de produção e o preço final ao consumidor”, concluiu.
Leia também no Agrimídia:
- •Sustentabilidade na Suinocultura: setor britânico reduz emissões e define agenda ambiental até 2030
- •Inspeção no descarregamento pode elevar padrões em frigoríficos, aponta estudo sobre bem-estar animal na suinocultura europeia
- •Invasões de propriedades rurais crescem em 2026 e reacendem debate sobre segurança jurídica no campo
- •Dispositivo de estímulo fisiológico no parto de matrizes suínas avança com apoio à inovação no Paraná





















