Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,29 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,89 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,86 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,26 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,59 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,71 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,69 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 133,21 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 148,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 149,07 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,52 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.510,24 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.400,50 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,22 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 141,41 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Bioenergia

Energia solar tem levado vantagem sobre eólica

Na corrida da microgeração, a energia solar tem levado vantagem em relação às pequenas torres eólicas.

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Energia solar tem levado vantagem sobre eólica

A falta de chuva que tanto preocupa o Sudeste não chegou a afetar os reservatórios gaúchos, que permanecem em níveis elevados para este período. Mas serve de alerta.

O Rio Grande do Sul não é capaz de produzir toda a energia que utiliza e é obrigado a importar boa parte do que consome de outras regiões. A demanda máxima prevista para o verão de 2015 é de cerca de 7,1 mil megawatts (MW), enquanto a capacidade instalada chega a 4,4 mil MW. No pico, o Estado consegue gerar 63% do que consome.

Os leilões de energia realizados em novembro passado trouxeram boa perspectiva para o setor. Com investimento total de quase R$ 5 bilhões, dois empreendimentos de geração – uma usina térmica a carvão, em Candiota, na Campanha, e outra a gás, em Rio Grande, na Zona Sul – devem sair do papel até 2019. No caso da térmica a carvão, o Estado, que tem cerca de 80% das reservas do mineral no Brasil, não era contemplado com iniciativa do tipo desde 2005.

Outro investimento – de mais R$ 2,7 bilhões em geração de energia eólica na Região Sul – também é promissor. O complexo Campos Neutrais, que abrange os parques eólicos Chuí, Hermenegildo e Geribatu, em Santa Vitória do Palmar, somará capacidade instalada de 583 MW.

O Estado patina quando o assunto são pequenas centrais hidrelétricas (PCH) – usinas com capacidade instalada entre 1 MW e 30 MW. Segundo o coordenador do grupo temático de energia da Federação das Indústrias do Estado (Fiergs), Edilson Deitos, há pelo menos 64 PCH paradas devido a empecilhos ambientais, de legislação ou outras exigências.

– É uma energia confiável em termos de fornecimento e distribuição. Ou seja, as centrais estão localizadas em diversas regiões e não estão centralizadas, como é o caso de uma usina de maior porte – afirma Deitos, que garante ter pronto um programa de desenvolvimento para a energia do Estado para apresentar ao governador.

O representante da Fiergs critica a demora da Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam) na liberação de empreendimentos. Isso faz com que seja necessário investir em térmicas para atender à demanda de energia mais rapidamente, o que traz reflexos intensos ao ambiente e na economia, com o custo transferido para as contas de luz, explica.

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