Segundo analistas, altas registradas no início de junho estiveram atreladas principalmente aos problemas decorrentes da paralisação dos caminhoneiro
Preço do frango para de subir e já recua em algumas regiões

O movimento de alta dos preços do frango inteiro, observado na primeira quinzena deste mês, perdeu força ou foi interrompido em algumas praças, conforme a oferta e a demanda pela proteína se normalizam, aponta o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/USP).
Segundo os analistas, as altas registradas no início de junho estiveram atreladas principalmente aos problemas decorrentes da paralisação dos caminhoneiros. Enquanto no período pós-paralisação as vendas de frango foram intensas, impulsionado as cotações do animal vivo e da carne, nesta segunda quinzena de junho, o ritmo de negociação diminui, resultando em quedas nos preços em parte das praças acompanhadas pelo Cepea.
Entre 14 e 21 de junho, o frango resfriado, comercializado no atacado do estado de São Paulo, se desvalorizou 7,8%, passando para R$ 4,34/kg nessa quinta-feira, 21. Quanto ao frango congelado, houve queda de 7,2% na mesma base de comparação, a R$ 4,42/kg no dia 21.
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Apesar das desvalorizações em algumas praças, os atuais patamares de preços estão superiores aos praticados até a paralisação dos caminhoneiros. Na parcial deste mês (até o dia 21), o valor médio do frango resfriado, comercializado no atacado de São Paulo, está 40,2% maior que a de maio. Para o frango congelado, a valorização é de 40,6%.























