Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,39 / kg
Soja - Indicador PR R$ 153,59 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,59 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,81 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,08 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,49 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,58 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,65 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,25 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,02 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,85 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,72 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,94 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,93 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.509,58 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.361,32 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 162,17 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 136,40 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Recursos

Solenidade marca início da execução do Plano Safra

Evento foi realizado pelo Banco do Brasil que opera cerca de 60% dos recursos
 

Solenidade marca início da execução do Plano Safra

Uma solenidade do Banco do Brasil marcou o início da execução do Plano Agrícola e Pecuário (PAP) 2018/2019. A cerimônia comtou com as presenças do presidente, Michel Temer, e do ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi. O Banco do Brasil terá R$ 103 bilhões para a safra 2018/2019, dos R$ 194 bilhões disponibilizados no mês passado pelo governo federal para financiar a produção agropecuária

Em seu discurso, Blairo Maggi destacou o consenso que marcou a negociação entre setores do governo e demandas dos representantes do setor privado para elaborar o plano neste ano. “Sabíamos onde poderíamos chegar, em função do limite do teto de gastos e, com amplo diálogo, chegamos a bom termo, aumentando o volume de recursos, reduzindo juros e ainda criando novos programas”, disse Blairo Maggi sobre o PAP anunciado no último mês.

Sobre a importância do Banco do Brasil para o Plano safra, o ministro destacou que “além de importante colaborador na construção das diretrizes do plano, que é um processo de intensa negociação, a instituição faz o crédito chegar aos mais distantes rincões do Brasil, apoiandoo pequeno produtor e fomentando o desenvolvimento dos médios e grandes”.

O presidente Michel Temer enfatizou a importância do agronegócio brasileiro e o reconhecimento que esse setor tem no exterior, especialmente em função dos avanços tecnológicos propiciados por pesquisas da Embrapa.
O presidente do BB, Paulo Caffarelli, lembrou o papel que o agro tem para a instituição, respondendo por mais de 30% da carteira de crédito do banco e a tradição que o Banco do Brasil tem nesse setor. Nei Marques Moreira foi primeiro cliente a assinar o contrato do plano safra com o BB, durante o evento.

Banco do Brasil responde por 60% do Plano Safra

O Banco do Brasil terá R$ 103 bilhões para a safra 2018/2019, dos R$ 194 bilhões disponibilizados no mês passado pelo governo federal para financiar a produção agropecuária. Deste volume, R$ 91,5 bilhões serão destinados aos produtores e cooperativas, dos quais R$ 72,8 bilhões para custeio e comercialização e R$ 18,7 bilhões para investimentos. Os R$ 11,5 bilhões restantes serão para empresas da cadeia do agronegócio. O BB também reduziu as taxas de juros dos programas em 1,5 ponto percentual em média.

O Programa de Construção e Ampliação de Armazéns (PCA) terá juros de 6%. Para os armazéns com capacidade de até seis mil toneladas, a taxa será de 5,25%. O Programa de Agricultura de Baixa Emissão e Carbono (ABC) também terá juros de 6% ao ano, assim como o Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp) e o Programa de Inovação Tecnológica na Produção Agropecuária (Inovagro).

Presente à solenidade de início de operação do plano, o vice-presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Muni Lourenço, considerou positivo o Plano Safra do Banco do Brasil e destacou o aumento do volume de recursos e a redução dos juros de programas como ABC, Pronamp e Inovagro.

“O setor recebe positivamente o anúncio. A expectativa é de que o Banco do Brasil, como o maior agente financeiro de fomento e financiamento da atividade rural, possa dar agilidade no acesso dos produtores a esses financiamentos”.

Para o superintendente técnico da CNA, Bruno Lucchi, a redução da burocracia na tomada dos financiamentos deve acontecer na prática. “Esperamos que isso tenha realmente efetividade para que o produtor consiga ter acesso rápido aos recursos quando ele precisar”.

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