A Polícia Federal apura que os auditores tenham recebido pagamento de propinas da BRF em troca de vantagens
Operação da PF mira pagamento de propinas pela BRF

A 4ª fase da Operação Carne Fraca, chamada de Romanos, deflagrada ontem (1º), teve como alvos auditores fiscais agropecuários federais em vários estados. De acordo com a Polícia Federal (PF), eles teriam sido favorecidos com vantagens indevidas. A medida é resultado de colaboração da BRF, que apontou pagamentos aos fiscais até 2017.
A Polícia Federal apura que os auditores tenham recebido pagamento de propinas da BRF em troca de vantagens. A estimativa é de que os recursos destinados tenham somado R$ 19 milhões.
Em nota assinada pelo vice-presidente Financeiro e de Relações com Investidores, Carlos Alberto Bezerra de Moura, a BRF afirmou que que nenhum de seus escritórios ou instalações ou de seus administradores foi alvo de medidas de busca e apreensão no âmbito dessa operação e suas atividades seguem em plena normalidade.
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A empresa, dona das marcas Sadia e Perdigão, ressaltou que está colaborando com as investigações e fatos apurados nas investigações feitas pela Polícia Federal e o Ministério Público.























