Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,51 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,90 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,44 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,33 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,92 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,10 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,47 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,53 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,57 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,03 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,62 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,19 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,33 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,87 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,87 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.504,29 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.357,21 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Saúde Animal

Gumboro: mesmo controlada, doença causou prejuízos no passado e requer atenção permanente

Enfermidade parecia estar sob controle quando, na segunda metade da década de 1990, uma nova cepa chegou ao País e trouxe prejuízos aos avicultores.

Gumboro: mesmo controlada, doença causou prejuízos no passado e requer atenção permanente

Gumboro

A avicultura brasileira sofria quatro décadas atrás para tentar controlar a Doença de Gumboro. Com recursos laboratoriais escassos, uma vacina era aplicada em matrizes de 40 semanas para induzir a imunidade nos pintainhos. A prática deixou de ser adotada com a evolução das vacinas, mas a entrada de um novo patógeno – o G11 – na segunda metade da década de 1990, levou novamente o setor a registrar prejuízos.

O vírus atinge a Bolsa de Fabrícius, órgão linfoide primário, o que compromete a resposta imune das aves e causa imunossupressão. Atualmente, diversas vacinas protegem as aves contra as diferentes cepas da Gumboro. No entanto, o setor precisa estar sempre mobilizado para proteger os plantéis. 

“Gumboro há 40 anos era um problema. Naquela época, década de 1980, não tínhamos tantos recursos laboratoriais como temos hoje. Fazíamos o AGP [Agar Gel Precipitação] para saber se estava positivo ou negativo. Se o pintinho tivesse positivo, vacinava com 40 semanas. A imunidade é materna: se tem grande imunidade materna o pintinho tem resistência natural”, conta o médico veterinário Antonio Guilherme Machado de Castro, que foi diretor do Centro de Pesquisas Avícolas do Instituto Biológico de São Paulo.

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