O Grupo Granja Faria entrou com força no mercado de ovos comerciais em 2017, adquirindo empresas tradicionais do setor produtivo. Inovadora, criou canais diretos para atendimento do varejo, clube para assinatura de ovos e agora inaugura o Eggy, em São Paulo
Gigante do setor produtivo investe em rede de fast food tendo o ovo como produto principal

O restaurante Eggy cria um conceito inovador ao posicionar o ovo como seu ingrediente principal, compondo todo o seu cardápio. Os pratos e lanches foram concebidos pensando em como exaltar o sabor e a leveza deste alimento completo com pães, burgers e outros complementos. Curiosamente, as receitas são oriundas de empresas tradicionais na produção de ovos, reconfiguradas pelo chef Rodrigo Eisnfeld, proprietário de um restaurante próprio na capital paulista e que participou da primeira edição do programa Masterchef.
O projeto Eggy teve a sua primeira unidade recém-inaugurada no bairro Itaim Bibi, em São Paulo. Mas, outros 29 restaurantes deveram compor uma rede espalhadas principalmente em aeroportos e nas principais capitais do país. Nesta primeira etapa, a expansão será toda com uma estrutura própria, sem adoção do sistema de franchising. “O Eggy nasceu assim, com muito estudo, experimentação de receitas e desenvolvimento de um conceito para a loja. Eu sou zootecnista, o Ricardo [Faria] é engenheiro agrônomo. Duas pessoas da área agrícola. Como é que iríamos fazer uma rede de fast food? Foi somando todos estes pontos, coletando informações para formar uma inteligência de mercado, além de uma vontade muito grande”, comenta Denilson Dorigoni, CEO da Granja Faria.
O Grupo Granja Faria é o maior produtor de ovos férteis do país, respondendo por 20% da produção brasileira. Com 1,2 bilhão de ovos incubáveis produzidos por ano, ocupa ainda a posição de maior empresa da América Latina em volume produzido. Em 2017, a empresa resolveu também entrar para o mercado de ovos comerciais, dando início a uma série de aquisições de granjas tracionais, como o ASA Alimentos, de Minas Gerais, e a Stragliotto, no Rio Grande do Sul.
Leia também no Agrimídia:
- •Preços da carne de frango recuam na segunda quinzena de abril, mesmo com exportações em alta
- •Poder de compra do avicultor paulista recua em abril com queda mais acentuada nos preços dos ovos
- •Pressões internas e oportunidades externas redefinem o ritmo das proteínas animais no Brasil
- •Crise logística no Estreito de Ormuz pressiona avicultura e ameaça abastecimento nos Emirados Árabes Unidos
Confira a entrevista completa na edição 1310 da Revista Avicultura Industrial





















